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sábado, 6 de novembro de 2010

Renato Rabelo: A maior vitória do povo brasileiro em 2010

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Durante reunião da Comissão Política Nacional do PCdoB realizada nesta sexta-feira (5) em São Paulo, o presidente do partido, Renato Rabelo, fez uma intervenção na abertura dos trabalhos em que descreve o cenário político atual com ênfase na eleição de Dilma Rousseff, na transição de governo e nas necessidades mais urgentes da próxima administração. O dirigente assegurou – o que depois foi ratificado pela CPN – que o partido se empenhará pelo êxito do novo governo. Confira íntegra a seguir.



A vitória de Dilma Rousseff – que alcançou 56,05% dos votos válidos nas eleições de 31 de outubro – tem sentido estratégico, avança no caminho traçado pelo programa do Partido Comunista do Brasil. Se houvesse uma derrota eleitoral agora, truncaria nosso avanço no sentido do objetivo maior programático. É a maior vitória política do povo brasileiro no grande embate eleitoral de 2010. Dilma é eleita com a segunda maior votação da história política brasileira, sendo a primeira mulher a ser eleita presidente da República.

Trata-se de um feito histórico inédito porque é a terceira vitória consecutiva de forças avançadas do país. O ciclo aberto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2002 permitiu às forças democráticas, progressistas e de esquerda atingir o poder central. Jamais se tinha alcançado até aqui a execução de um programa que combinasse soberania nacional, desenvolvimento econômico, distribuição de renda, inclusão social dos deserdados e liberdades políticas.

Esta vitória repercutiu além-mar, em outros continentes, reforçando o papel alcançado pelo Brasil de nação respeitada no mundo e estimulando a nova situação política vivida na América Latina, a partir da formação de governos soberanos, democráticos e populares.

A campanha de Dilma Rousseff teve de enfrentar uma campanha feroz e odienta. A mais feroz e intensa oposição, considerando os poderosos meios de comunicação envolvidos e a conformação de santa união de forças conservadoras, retrogradas e obscurantistas, que agiram desbragadamente para barrar o êxito eleitoral da campanha de Dilma.

O presidente Lula foi o grande artífice da vitória alcançada. O grande lastro para o impulso e ampliação da campanha de Dilma foi a compreensão da maioria da nação de que era preciso a continuidade do governo Lula. A aprovação do seu governo já tinha atingido o extraordinário patamar de 83% de apoio da população nas pesquisas de opinião.

A campanha de Dilma posta em movimento partia da justa orientação de colocar a disputa política de 2010 nos moldes de um “plebiscito”. Ou seja, aprovar ou não o governo Lula, contrastar o programa aplicado por Lula em relação ao precedente executado por FHC. A candidata Dilma apresentada pelo presidente Lula, e pessoa protagonista do seu governo, era exposta pelo presidente como a expressão maior e garantia da continuidade do seu governo sem ele. Logo surgiram assertivas as mais variadas, fazendo esforços para demonstrar que era impossível a transferência de votos de Lula para sua candidata.

É evidente que o conjunto das forças de oposição, nos seus diversos moldes, procurou agir para inviabilizar a linha plebiscitária do pleito, despolitizando-o, tentando recolocar o centro do embate na comparação de currículos, e na experiência da capacidade gestora. E mais adiante inflando uma terceira candidatura, almejando certa tri-polarização.



Refletindo essa tentativa de despolarização política, José Serra foi incapaz de se opor ao governo Lula e escondeu o período de oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso. Ele procurou se apresentar como o mais bem preparado, por sua experiência de governo, para dar continuidade ao pós-Lula. Lula era reconhecido por ele como um mito acima das injunções políticas. A maioria do povo não se seduziu por sua artimanha. A aparição de Lula nos programas de rádio e TV apresentando e justificando sua escolha fez a candidatura Dilma ter ampla aceitação, refletindo forte ascenso nas pesquisas de opinião.

A candidatura Serra se perdeu não encontrando sua identidade: viveu o dilema de ser continuidade ou oposição. Um sistema de oposição – oposição política, midiática e de elites dominantes conservadoras – se consumou neste embate da eleição presidencial de 2010. Diante da iminência do revés, esse sistema procurou açodadamente projetar a candidatura de Marina e pelo modo da má fé desqualificar e satanizar a imagem da candidata Dilma Rousseff. Montaram vasto esquema de campanha subterrânea desde a Internet, a produção massiva de panfletos apócrifos e uma extensa rede de telemarketing nos estados.

Nessa nova fase de campanha, que compreendeu o final do primeiro turno, nosso comando da campanha de Dilma adotou uma postura olímpica e burocrática. Assumiu uma concepção ilusória de que a eleição já estava decidida a nosso favor no primeiro turno. Distanciou-se assim do curso concreto da campanha. Não percebeu que o ataque aberto e subterrâneo à idoneidade de nossa candidata levava a uma transferência da perda de votos da nossa candidata para Marina. Ficamos fixos na posição de que a candidatura Serra mantinha-se estagnada e de que Marina não ultrapassaria mais de 12% percentuais, restando a ilusão de que o pleito se finalizaria no primeiro turno.

A existência do segundo turno na eleição presidencial, apesar da importante vitória que colhemos no primeiro turno, deixou a pecha e a consciência de que fomos derrotados. Era possível vencer no primeiro turno? Sim. Em carta dirigida a Dilma e Lula afirmei que a ilusão nos traiu nos afastando do curso real do embate, apontando a responsabilidade da Coordenação da Campanha (Fiz duas cartas a eles endereçadas e um artigo para divulgação pública, “Abaixo as Ilusões”). O adversário batido festejou a “vitória”. Reascendeu a esperança perdida nos meios oposicionistas.

O forte choque inesperado do percurso eleitoral levou a se encarar a realidade objetivamente. Buscou-se uma convergência em dois sentidos: politizar a campanha, agora facilitada pela polarização objetiva do segundo turno (semelhante o acontecido no segundo turno de 2006); mobilizar todas as forças políticas possíveis, lideranças dos diversos setores da vida nacional, movimentos sociais, militância em todo país.

As forças oposicionistas retemperadas com uma nova esperança procuraram se armar utilizando todos os meios para decidir a batalha a seu favor. Atacaram em todas as frentes: na área política tentaram dizer que era a candidatura Serra que tinha estatura capaz de unir o Brasil, acima das injunções partidárias; na área social, ofereceram bônus sociais para o salário mínimo, aposentados e aos que recebem a Bolsa Família; na esfera moral, traficando com valores que invocasse preconceitos contra a trajetória, posições e a vida pessoal da candidata Dilma Rousseff. Procuravam assim, corresponder a todos os setores sociais, buscando apoio nas camadas populares e médias.
As batalhas do segundo turno não se resumiram na polarização entre dois projetos que foram sendo explicitados. Foi além. O fragor do embate acabou delineando dois campos políticos e ideológicos em curso. A candidatura de Serra tornou-se o escoadouro da política, conceitos e valores de setores atrasados e obscurantistas, de correntes de extrema-direita que aparentemente estavam fora de ação. E de compromissos com as camadas conservadoras de São Paulo.

Vencemos a batalha decisiva de 31 de outubro. Vencemos porque tem sido forte e amplo o anseio de continuidade e vasto o prestígio da liderança de Lula; porque foram reafirmadas as diferenças de programa e que a candidata de Lula é realmente mais confiável para a continuidade e avanços; a candidatura Dilma foi se impondo para a maioria dos eleitores; amplas forças políticas e sociais favoráveis à candidatura Dilma, antes adormecidas, entraram em movimento.

Nosso Partido desde o início dedicou-se completamente à vitória de Dilma. Contribuiu na construção da aliança de partidos e movimentos sociais que respaldou a candidata, apresentou ideias programáticas e opiniões sobre a condução política da jornada, indicou quadros para a coordenação da campanha e, por todo o país, seus candidatos e militantes abraçaram com entusiasmo a bandeira de Dilma. Do mesmo modo, batalhou pela vitória de seus demais aliados aos governos estaduais e ao Senado. Catorze governadores e 28 senadores eleitos tiveram o apoio decidido dos comunistas.
Serra sai menor da campanha, como bem afirmou Lula. A oposição derrotada é desnudada de suas contradições. A sua recomposição será difícil porque é profundo o vinco de sua divisão. A luta pela predominância de novas lideranças da oposição já está em marcha. Eles terão que enfrentar agora uma maior e mais definida base governamental de uma sucessão vitoriosa, podendo sofrer maiores divisões.

Conquistada a vitória de sentido histórico, estamos agora diante da construção da transição e do que deverá ser o novo governo. Este desafio é ainda maior porquanto tem que seguir adiante nas conquistas alcançadas pelos dois governos de Lula. Para avançar, o novo governo já está sujeito a pressões e contrapressões de toda ordem. Tem limites no tempo e nas condições existentes o lema de que “todos ganham”. São inevitáveis os momentos dos grandes embates políticos e sociais que levam às mudanças profundas, as quais não sendo realizadas voltam-se ao pior retrocesso. O fiel da balança tem que pender para o lado da maioria da nação e das grandes parcelas majoritárias dos que trabalham e produzem.

O PCdoB participará da transição ao novo governo. Neste processo, o Partido vai primeiro enfatizar a necessidade de dar nitidez ao projeto que serviu de base para sua vitória, definindo um programa imediato de governo que compreenda as prioridades a serem enfrentadas. Segundo, devemos nos empenhar na estabilidade da aliança ampla que permita a governabilidade. Mas, dada a sua heterogeneidade, deveremos trabalhar pela construção de um bloco de forças de esquerda e progressistas com a finalidade de formar um pólo político consequente, a fim de garantir o rumo do programa e o êxito da política que envolva todas as esferas do governo.

As questões candentes que devemos discutir na transição para o novo governo, podendo apresentar ideias e propostas imediatas para condução do governo eleito, são:

- Posição diante da necessidade de “corte de gastos”;
-“Guerra cambial”- liquidez internacional sem limites, impressão desbragada de papel-moeda pelos EUA;
- A resolução no Congresso da proposta do governo sobre o pré-sal;
- Garantia do aumento real do salário mínimo em 2011;
- Mais investimentos para a saúde

Leia também:
Comissão Política: PCdoB se empenhará pelo êxito do governo Dilma

sábado, 30 de outubro de 2010

Pedro Bigardi destaca ações do Governo Lula em Jundiaí durante corpo a corpo com a população

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Bigardi conversa com eleitor no Calçadão:
lista mostra ações do governo Lula em Jundiaí


Motivados pela boa participação de Dilma Rousseff no debate realizado sexta-feira (29) pela Rede Globo de Televisão – o último antes das eleições – militantes, dirigentes partidários e sindicalistas que apoiam a eleição da candidata petista realizaram uma caminhada, na manhã deste sábado (30), pela região central de Jundiaí. O deputado estadual Pedro Bigardi, eleito com quase 70 mil votos, foi um dos que puxou coro pela continuidade do governo Lula na presidência do Brasil.

Bigardi demonstrou às pessoas que Jundiaí teve muitos benefícios federais nestes último 8 anos. “O Feirão da Casa Própria organizado este ano pela Caixa Econômica Federal teve 6,5 mil imóveis oferecidos no município. Destes, 5,3 mil unidades tinham linhas de financiamento do ‘Minha Casa, Minha Vida’. Isso dá 82% do total de casas e apartamentos comercializados no feirão”, exemplificou.

O deputado ainda lembrou de benefícios como o Programa Saneamento para Todos, que trouxe R$ 49 milhões em melhorias para a cidade. “São 23 obras de saneamento e combate a enchentes, principalmente em áreas onde historicamente há problemas, como o Jardim Rio Branco, o Vianelo e a avenida Nove de Julho”.

Pedro Bigardi explicou ter feito uma relação com algumas ações executadas no município pelo governo Lula. “Usei o site do Portal Transparência, listei alguns benefícios que considero importantes e postei em meu blog para que todos possam saber”, declarou. Confira a lista abaixo.

Ataques sujos
Um panfleto de José Serra que acusa maldosamente Dilma de ser “guerrilheira” e de ter “assaltado um banco” durante a Ditadura foi duramente criticado pelo deputado estadual. “Este material ridículo estava sendo distribuído aqui no Centro. Enquanto fazemos uma campanha de ideias e propostas para um Brasil melhor, os tucanos insistem na maldade e em questões sem qualquer fundamento”.

Uma carreata dos partidos de esquerda da cidade estava programada para acontecer no período da tarde, em Jundiaí, mas foi cancelada devido ao mau tempo.

ALGUMAS AÇÕES DO GOVERNO LULA EM JUNDIAÍ

Programa Saneamento para Todos
• 23 obras de canalização, execução e reforma de galerias, incluindo a avenida Nove de Julho, o Jardim Rio Branco e Vianelo (bairros com problemas antigos de enchente)
Total investido: R$ 49 milhões (R$ 43 milhões em 2006 e R$ 6 milhões agora)

Criação do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu)
Em 2009, recebeu R$ 1 milhão em verbas do Governo Federal. São 1.600 atendimentos por mês com quatro ambulâncias: três de suporte básico e uma de atendimento avançado (UTI Móvel). O tempo de resposta para os chamados feitos no telefone 192 é de menos de 10 minutos.

Minha Casa, Minha Vida
Neste ano, no 6º Feirão da Casa Própria organizado pela Caixa Econômica Federal, 82% dos 6,5 mil imóveis oferecidos em Jundiaí (ou seja, 5,3 mil unidades) tiveram linhas de financiamento do programa federal Minha Casa, Minha Vida. Em algumas cidades, o subsidio proposto pelo Governo Federal chegou a R$ 23 mil.

Bolsa Família
De 2004 a 2010, o Governo Federal repassou R$ 33,4 milhões para famílias de Jundiaí cadastradas no programa Bolsa Família. O objetivo é transferir renda diretamente para pessoas que vivem em condições de pobreza e de extrema pobreza.

Atenção à Saúde da População - Procedimentos de Média e Alta Complexidades
2010 – R$ 36,9 milhões (parcial)
2009 - R$ 51,1 milhões
2008 – 51,8 milhões

Fortalecimento das instituições de Segurança Pública
2010 – R$ 1,8 milhão

Apoio à Alimentação Escolar na Educação Básica
2009 – R$ 2,7 milhões

Programa de Aceleração do Crescimento – PAC
• Projeto de recuperação de perdas no abastecimento de água pela DAE S/A
Total investido: R$ 1,7 milhão
Convênio assinado com a Caixa Econômica Federal em 5/7/2010

Transferência de recursos da União para Jundiaí
De 2004 a 2010
Total: R$ 682,5 milhões

Fonte: Portal Transparência (www.portaltransparencia.gov.br)

sábado, 23 de outubro de 2010

Esquerda progressista unida: deputado Pedro Bigardi e ministro Orlando Silva fazem ato de apoio a Dilma em Jundiaí

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Pedro Bigardi dá seu apoio a Dilma Rousseff: para
o Brasil seguir crescendo com justiça social


A Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e Região recebeu neste sábado (23) os representantes do PCdoB da região e também representantes dos partidos coligados para uma plenária em apoio à eleição de Dilma Rousseff. O evento for organizado pelo PCdoB de Jundiaí e teve como principais destaques o deputado estadual Pedro Bigardi e o ministro do Esporte Orlando Silva.


Orlando Silva, ministro do Esporte, ressalta a importância
da continuidade do governo vitorioso de Lula


Logo após o ato, militantes, representantes dos partidos de esquerda e autoridades seguiram para a rua Barão de Jundiaí, onde fizeram um corpo a corpo com eleitores.
“Não podemos nem pensar em retrocesso nas eleições presidenciais. É só olharmos quanto já conquistamos em políticas públicas para o povo brasileiro, como o Pré-Sal, o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e tantas coisas mais. Vamos sediar as Olimpíadas e a Copa do Mundo, algo que nunca sonhávamos em outros tempos”, destacou o deputado.


Plenária uniu os partidos de esquerda progressista de
Jundiaí e região: todos juntos por Dilma Rousseff!


O ministro Orlando Silva ressaltou a importância da continuidade do governo Lula e o desempenho de Dilma no ministério. “Temos de agradecer a vitória que tivemos no primeiro turno. Nossa presidente fez a mesma votação no 1º turno que o Lula teve em 2002 e 2006. Isso mostra a grande mobilização que o Brasil teve e o reconhecimento do trabalho que o presidente Lula teve nestes oito anos”, comentou. “Conheço a Dilma e sei da capacidade dela. Como exemplo, cito que 60% da população de São Paulo votou contra o Serra porque quem conhece esse candidato sabe que não deve votar nele. Agora é hora de irmos para a rua e pedir votos para a Dilma”, ressaltou Orlando Silva.


Tércio Marinho, presidente do PCdoB de Jundiaí

Depois da plenária na Associação dos Aposentados, militantes, dirigentes do PCdoB de 19 municípios da região e representantes dos partidos coligados foram em caminhada para o calçadão da rua Barão de Jundiaí. “Este contato direto com a população qualifica a discussão neste segundo turno”, lembrou Bigardi.


O presidente do PCdoB de Várzea Paulista, Junior Aprillanti

Entre os representantes das legendas que apoiam a continuidade do governo Lula estavam: Tércio Marinho, presidente do PCdoB de Jundiaí e coordenador da macrorregião; Junior Aprillanti, do PCdoB de Várzea Paulista; Alceu Bezão, PCdoB de Cajamar; Helifaz Eufrásio, PCdoB de Cabreúva; Zeca Pires, dirigente da Estadual do PCdoB; Gerson Sartori, Durval Orlato e Paulo Malerba, do PT de Jundiaí; José Joaquim Rodrigues Filho, o JJ, da Executiva Nacional do PMDB; Eduardo Pereira, prefeito de Várzea Paulista.


Paulo Malerba, presidente do PT de Jundiaí


Orlando Silva e Bigardi pedem votos para Dilma


Esquerda unida em Jundiaí e região


Bigardi recebe o carinho da população de Jundiaí


Gerson Sartori e Durval Orlato também participaram do ato


Militância do PCdoB está com Dilma contra o retrocesso


PCdoB de Itupeva marcou presença no ato


Elifax, que foi candidato a deputado estadual por Cabreúva


Povo de Jundiaí está com Dilma

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

PCdoB de Jundiaí recebe ministro Orlando Silva para caminhada em apoio a Dilma Rousseff

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Pedro Bigardi e o ministro Orlando Silva

O ministro do Esporte Orlando Silva estará em Jundiaí, neste sábado (23), para participar de um ato em apoio à eleição de Dilma Rousseff à presidência da República. O evento organizado pelo PCdoB local começa com uma plenária às 9 horas, na sede da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e Região, e depois segue com uma caminhada pela rua Barão de Jundiaí, no Centro.

Além de Orlando Silva, que já confirmou a participação, fará parte também o deputado estadual Pedro Bigardi, eleito com quase 70 mil votos, e representantes de 19 diretórios municipais do PCdoB que integram a macrorregião.

“Estamos numa campanha de alto risco, baseada na difamação, sem aprofundamento do debate sobre os projetos que estão em jogo. Precisamos ir para a rua, ganhar mais votos para podermos continuar o processo aberto por Lula com as conquistas que o Brasil teve nestes oito anos”, destacou Bigardi.

Para o presidente do PCdoB de Jundiaí e coordenador da macrorregião, Tércio Marinho, as metas e estratégias para a reta final da campanha presidencial no segundo turno também serão traçadas neste encontro. “Nosso objetivo é defender a candidatura de Dilma e reafirmar o apoio ao seu plano de governo. Até por isso, teremos em Jundiaí, no sábado, a presença do ministro Orlando Silva, que é uma das maiores lideranças nacionais do PCdoB, e do deputado estadual Pedro Bigardi, que reafirmou sua condição de maior liderança de esquerda da região nestas eleições.”

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Bigardi representa a região de Jundiaí em encontro de lideranças da esquerda progressista do Estado

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Vice-presidente na chapa de Dilma à
presidência, Michel Temer esteve na reunião


O deputado estadual Pedro Bigardi participou, na tarde de segunda-feira (18), do encontro de lideranças de esquerda progressista do Estado de São Paulo em apoio à eleição de Dilma Rousseff para presidente do Brasil.


Ao lado de Jamil Murad e Nádia Campeão,
Bigardi participou do ato: liderança regional


Mais de 200 pessoas entre dirigentes e representantes de partidos aliados que apoiam a eleição de Dilma fizeram parte da reunião, realizada em um hotel de São Paulo, que serviu também para definir os próximos passos da campanha no Estado.


Mais de 200 dirigentes e representantes de
partidos coligados reforçaram apoio a Dilma


Único representante da região de Jundiaí (formada por quase 1 milhão de habitantes) a participar do evento desta segunda-feira, Bigardi reafirmou sua condição de liderança nestas eleições ao superar a barreira dos 67 mil votos e reconquistar a cadeira na Assembleia Legislativa.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Pedro Bigardi paticipa do ato onde o PCdoB chama militância a lutar por Dilma contra baixaria de Serra

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Renato fala a militantes durante plenária:
"Não estamos diante de uma batalha qualquer"


Quando a mesa da plenária do PCdoB se formou na noite desta quinta-feira, 14, cerca de 800 pessoas lotavam o auditório do Sindicato dos Eletricitários, em São Paulo. Vindas do interior, litoral, ABC e da própria capital, esses militantes reuniam-se para receber orientação do partido para os últimos dias que antecedem o segundo turno. Na pauta, a necessidade de se intensificar a campanha pró-Dilma Rousseff buscando combater a onda de boatos que tem sido a tônica do adversário tucano, José Serra.

“Não estamos diante de uma batalha qualquer, mas sim de uma batalha de caráter estratégico para o país. Se a vencermos, poderemos seguir adiante no grande objetivo de fazer deste um país mais forte, justo e solidário. Caso percamos essa batalha, será barrado o processo de transformação pelo qual o Brasil passa e ficará mais longe o rumo socialista”, disse Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB.

Ele alertou a militância para o que pode ter sido um dos fatores que influenciaram a ida da disputa para o segundo turno. “Quem pensa que essa guerra está ganha, está sendo ingênuo ou oportunista. Nosso inimigo não está brincando e o cenário atual exige de cada um de nós grande capacidade de luta”. O dirigente enfatizou, em referência à campanha de José Serra (PSDB) e Índio da Costa (DEM) e seus apoiadores: “essa gente não está aí para fazer campanha de alto nível, para fazer debate programático. Isso não existe para eles. O que eles fazem é baixar o nível, fazer o jogo rasteiro”.

Além de procurar o apoio dos brasileiros de maneira demagógica oferecendo, por exemplo, salário mínimo de 600 reais e aumento de 10% para os aposentados, a campanha de Serra tem procurado desgastar a imagem de Dilma Rousseff e foi este um dos pontos enfatizados pelo presidente do PCdoB. “Investem na baixaria, explorando aspectos morais para jogar o povo contra a candidata. Tentam esconder a face real de Dilma: uma mulher respeitada, capacitada, com uma belíssima biografia e figura essencial no governo Lula. Trata-se de uma campanha mórbida, atrasada”.

Comparando o governo FHC com o de Lula, Renato ressaltou: “está em curso a construção de uma grande nação; a auto-estima e a esperança do povo elevou-se, melhorou o nível de vida e de renda da população. E o que a oposição busca é dividir o país, estimular o ódio entre as pessoas”.

Para Renato, é essencial que Dilma dirija-se à população para desconstruir a campanha de que tem sido vítima. “Ela deve deixar claro que tudo o que tem sido dito é mentira, deve mostrar o jogo sujo que tem sido feito e cujo objetivo é desviar o debate programático, que é o que realmente interessa”.

O dirigente também propôs que “Lula se pronuncie à nação”, mostrando que “não podemos perder as conquistas que o país alcançou nos últimos oito anos”. E conclamou: “é preciso uma ampla mobilização popular porque precisamos conquistar os votos da maioria. Daí a necessidade de se investir em comitês amplos e representativos, reunindo religiosos, acadêmicos, intelectuais, artistas, juventude, mulheres etc. Temos de ir à luta com uma visão ampla”.

Por fim, o dirigente lembrou, sob aplausos: “o PCdoB cresce na luta e não joga a toalha no ringue. Tem experiência em todas as condições – na democracia e na ditadura; na legalidade e na clandestinidade; e quando foi preciso, pegou em armas para defender o país. É, portanto, um partido forte e que sabe lutar pelo Brasil”.

Netinho de Paula também deixou sua contribuição à militância, ressaltando a necessidade de aumentar a inserção do PCdoB na população. “Precisamos mesmo ampliar cada vez mais o partido. Meu eleitor é muitas vezes o cara que, em função de tanto sofrimento, não acredita mais na política e tem seu acalanto na música, na novela, na televisão. Temos de falar mais de perto para essa população”.

Na avaliação de Netinho, nesta fase é preciso intensificar a campanha junto ao povo. “Não podemos deixar que vença um grupo que mente, que manipula, que quer barrar o processo de mudanças que tem sido experimentado pelo país. Temos de sair daqui, hoje, para guerrear pelo nosso projeto de Brasil”.

Protógenes Queiroz seguiu na mesma direção. “Precisamos trabalhar intensamente para não permitir que aqueles que dilapidaram o Brasil, que são ladrões do dinheiro público, voltem ao governo central. Há uma campanha sórdida em andamento, o segundo turno não será fácil, mas temos militância, temos gente séria e um partido respeitado e vamos lutar contra o retrocesso”.


Protógenes: Há uma campanha
sórdida em andamento

Outro ponto alto da noite foi a participação de Leci Brandão. “Ainda existe muito, mas muito preconceito no Brasil. Conheço bem isso e sei o que Dilma está enfrentando”. Segundo ela, “é um absurdo que a mídia perca tempo, gaste papel, use artigos, editoriais, manchetes para discutir de maneira rasa, como está sendo feita, a questão do aborto, da religião, da homossexualidade como se fossem questões determinantes para a eleição. E não discute o que é essencial: o projeto. Está se nivelando o debate por baixo”.

Pedro Bigardi, que reconquistou sua vaga na Assembleia, afirmou: “estamos numa campanha de alto risco, baseada na difamação, sem aprofundamento do debate sobre os projetos que estão em jogo. Precisamos ir para a rua, ganhar mais votos para podermos continuar o processo aberto por Lula”.

A mesa do evento foi formada por Renato Rabelo, presidente do PCdoB; Walter Sorrentino, secretário nacional de Organização; Nádia Campeão, presidente do PCdoB-SP; Wander Geraldo, presidente do partido na capital; os vereadores Jamil Murad e Netinho de Paula, que concorreu ao Senado; Protógenes Queiroz, eleito deputado federal, Leci Brandão e Pedro Bigardi, eleitos deputados estaduais.

Agenda

Finalizando o ato, foi anunciada uma agenda de atividades suprapartidárias para os próximos dias, em São Paulo, para as quais os comunistas estão sendo chamados a participar. Nesta sexta-feira, 15, às 14h, acontecerá na Força Sindical um ato de apoio a Dilma focado na educação e na juventude. No mesmo dia, às 18h, acontece comício com Lula em São Miguel Paulista, na Praça do Forró. No dia 19, terça-feira, acontece um ato de intelectuais em apoio à candidata a partir das 19h no teatro Tuca, da PUC. E, no dia 20, quarta-feira, acontece uma caminhada das mulheres, partindo da Praça da Sé às 11h.

De São Paulo, Priscila Lobregatte

Participe: Caminhada no Calçadão de Jundiaí em favor de Dilma 13

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Pedro Bigardi participa de plenária e pede união de forças para garantir a continuidade do governo Lula

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Pedro Bigardi, único deputado de esquerda eleito por Jundiaí e região em 3 de outubro, participou na noite de quarta-feira, dia 13 de outubro, da plenária da coordenação da campanha de Dilma Rousseff, que reuniu centenas de pessoas, entre políticos e militantes da esquerda progressista. Confira abaixo o depoimento de Bigardi que, entre outras coisas, pediu união de todas as forças progressistas para garantir a eleição de Dilma e a continuidade do governo Lula.

domingo, 25 de julho de 2010

Lançamento da candidatura de Pedro Bigardi recebe o apoio de mais de 50 cidades e lota auditório do UniAnchieta!

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Pedro Bigardi e Netinho de Paula, candidato ao Senado

Com muita empolgação e total apoio de diversas lideranças estaduais e nacionais do PCdoB, o deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB) lançou neste sábado (24) a candidatura à reeleição. O evento aconteceu no anfiteatro do Centro Universitário Padre Anchieta (UniAnchieta), em Jundiaí, e contou com a participação do ministro Orlando Silva; do secretário nacional de Organização do partido, Walter Sorrentino; da presidente estadual da legenda, Nádia Campeão; do vereador Netinho de Paula, candidato ao Senado; do deputado federal Aldo Rebelo; do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz e demais representantes dos 53 municípios que apoiam a reeleição de Bigardi na Assembleia Legislativa. Cerca de 600 pessoas participaram do lançamento da candidatura.


Militância do PCdoB e apoiadores mostram sua força

“Pedro Bigardi é um homem corajoso, seu mandato pertence ao povo de Jundiaí, da região, de todo o Estado e ninguém tem o direito de tirá-lo. Aqueles que tentarem roubá-lo vão pagar nas urnas por este golpe. Vamos à luta que a vitória será de todos nós.” A frase do deputado federal Aldo Rebelo, uma das maiores lideranças do PCdoB, soou forte durante o lançamento da candidatura de Bigardi. Mais do que isso: reforçou a indignação não só dos dirigentes e militantes do partido como também de toda a população com essa série de ataques sem motivo feita por grupos rivais ao único representante de Jundiaí e região na Assembleia Legislativa.


O venerável Jamil Murad dá seu apoio a Bigardi

O ministro Orlando Silva também classificou como “golpe” a tentativa de retirada do mandato de Bigardi. “O Pedro fez parte da coligação PT/PCdoB em 2006 e teve uma série de justificativas para tomar essa decisão. Tentam tirar esse direito legítimo dele no ‘tapetão’, mas isso não vai prosperar”, destacou. “Vemos aí golpes que se insinuam contra o Pedro. O que temos a dizer é que ele não é só ‘Ficha Limpa’, mas também ‘Vida Limpa’. Os ataques dos adversários só motivam ainda mais a todos nós. Nossa missão, agora, é de reconduzir Pedro Bigardi à Assembleia e vocês darão a resposta. Tenho certeza de que ele fará mais de 100 mil votos no Estado. Vamos à luta que a vitória é nossa!”


Orlando Silva, Ministro do Esporte, marcou presença

Para o secretário nacional do PCdoB, Walter Sorrentino, será uma questão de honra reeleger Bigardi. “Será uma resposta da população, de todos nós, a essa gente que não quer pessoas de bem e interessadas no avanço do processo social, como Pedro Bigardi, ocupando uma cadeira na Assembleia.”


Moçada da UJS faz a festa!

Jamil Murad, vereador da Câmara Municipal de São Paulo, foi mais além. “É covardia o que estão fazendo, mas vamos dar àqueles que querem golpear o povo uma resposta no dia 3 de outubro. Protógenes Queiroz lembrou as perseguições sofridas por ele após liderar a Operação Satiagraha, contra o desvio de verba pública, corrupção e lavagem de dinheiro. “Bigardi é o nosso único deputado estadual e o sistema corrupto está tentando lhe tirar o mandato. Além de não conseguirem, vão te elevar ainda mais com essas atitudes. Já te deixaram ainda mais forte e o resultado é este que estamos vendo aqui, com apoio maciço à sua reeleição.”


Aldo Rebelo elogia a "ficha limpíssima" de Pedro Bigardi

Candidato ao Senado, Netinho de Paula chorou ao manifestar apoio ao deputado estadual, quando lembrou a infância pobre antes de alcançar a fama. “Existe tanta vontade de desqualificar a gente, de humilhar... O Pedro Bigardi, em pouco mais de um ano, se tornou referência na Assembleia Legislativa e, acima de tudo, um homem bom, honesto e comprometido apenas com os interesses da população. Por isso, minha gente, vamos eleger Bigardi novamente, para o bem de Jundiaí, da região e de todo o Estado de São Paulo.”


Vista geral do auditório do UniAnchieta

Além deles, os candidatos a deputado federal Junior Aprillanti (Várzea Paulista), Alceu Bezão (Cajamar), Sidnei Martins (Cotia) e Gustavo Petta também ressaltaram a importância de Bigardi na Assembleia Legislativa. O apoio às candidaturas dos petistas Dilma Rousseff à presidência da República, de Aloizio Mercadante para governador e de Marta Suplicy no Senado foi ressaltado pelos representantes do PCdoB.


Júnior Aprillanti saúda os presentes


Delegado Protógenes Queiróz: "Incomodamos os poderosos"


Netinho emociona-se ao defender Bigardi contra injustiças


Encerramento do evento: alegria e esperança da vitória!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Pedro Bigardi e Júnior Aprillanti marcam presença em evento de apoio do PCdoB à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência

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Pedro Bigardi e Júnior Aprillanti em Brasilília

O deputado estadual Pedro Bigardi e o presidente do PCdoB de Várzea Paulista, Júnior Aprillanti, marcaram presença no ato de apoio do partido à candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff à Presidência da República realizado em Brasília, no dia 8 de março.


Ato do PCdoB em apoio à candidatura de Dilma Rousseff

A tônica dos discursos foi a crítica aos governos neoliberais do PSDB e a necessidade de avançar nas mudanças. Referindo-se à militância do PCdoB, Dilma disse que são pessoas sabedoras de que “é preciso lutar para que as forças do atraso não voltem”. “Lutar para que não voltem aqueles que, incapazes de ter um projeto para o Brasil, venderam o patrimônio público e sempre querem desfazer o que está sendo feito”, discursou.

A ex-ministra afirmou que o PCdoB está ao lado de um governo que provou que é possível crescer distribuindo renda, garantindo a estabilidade econômica, as liberdades democráticas e a paz social. Ela lembrou que o partido foi o único que esteve ao lado de Lula em todas as eleições, desde 1989. “Foi assim, queridos companheiros e companheiras que vocês estiveram junto com o presidente Lula numa sólida aliança. É assim que tenho a honra de estar hoje aqui construindo junto com vocês a aliança para essa nova etapa histórica. E se esta aliança se mantém sólida, por tanto tempo, é porque há afinidade e identidade de propostas”, disse.

O deputado Pedro Bigardi reforçou as palavras de Dilma e afirmou ser muito importante a união da esquerda progressista. “É imprescindível que se mantenha a continuidade do governo Lula que tantas vitórias para o povo do Brasil conquistou nesses últimos sete anos”, enfatizou.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Deputado Pedro Bigardi está em Brasília para participar de ato político em apoio a Dilma Rousseff

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Dilma Rousseff e Pedro Bigardi

O deputado estadual Pedro Bigardi está hoje, dia 8 de abril, em Brasília, onde participa no fim da tarde de ato político do PCdoB em apoio à pré-candidatura de Dilma Rousseff à Presidência.

Bigardi aproveita a ocasião para encaminhar algumas reivindicações e terá uma agenda cheia durante todo o dia. Entre os compromissos está uma audiência com o Ministro do Esporte, Orlando Silva. “Vou aproveitar a ida a Brasília para fazer algumas reuniões políticas e encaminhar algumas demandas que chegaram ao meu gabinete de diversos setores do Estado”, afirmou o deputado Bigardi.

O presidente do PCdoB de Várzea Paulista, Júnior Aprillanti, acompanha o deputado em sua visita à capital federal.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Resultado da enquete

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Em quem você votaria para Presidente da República nas próximas eleições?

1) Dilma Rousseff (PT): 34 (44%)
2) Ciro Gomes (PSB): 16 (21%)
3) José Serra (PSDB): 12 (15%)
4) Marina Silva (PV): 8 (10%)
5) Aécio Neves (PSDB): 4 (5%)
6) Plínio de Arruda Sampaio (PSol): 2 (2%)

Total de votos: 76

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Deputado estadual Pedro Bigardi se encontra com a ministra Dilma Rousseff em Rio Claro

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- Texto e fotos: Eliane Silva Pinto

Ministra Dilma Rousseff e Pedro Bigardi

O deputado estadual Pedro Bigardi acompanhou no sábado (23 de janeiro), a visita da Ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, ao município de Rio Claro para a assinatura do termo de cessão do uso da antiga linha de trem que corta a cidade. Dilma também anunciou que o novo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC II) deve favorecer obras de saneamento básico e drenagem.


Bigardi junto ao ministro Padilha

Bigardi estava representando a Assembleia Legislativa de São Paulo ao lado dos deputados Vicente Cândido, Antônio Mentor e Roberto Felíci. Também estavam presentes o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, e o senador Eduardo Suplicy, além de diversos prefeitos da região. Além do deputado Bigardi compareceram ao evento os sindicalistas Gerson Sartori e João Henrique dos Santos, também de Jundiaí.


Bigardi e o senador Suplicy

Para o deputado Pedro Bigardi, a política integrada entre governo Federal e municípios é fundamental para o crescimento das regiões. “O governo Federal está conseguindo se aproximar mais dos municípios, fazer uma política integrada com as cidades. Isso pode ser verificado nas obras do PAC, o que demonstra uma postura diferente que não víamos no passado”, destaca.


Pedro Bigardi e o prefeito de Campinas, Dr. Hélio

De acordo com a ministra, o governo Federal destinou para o estado de São Paulo R$ 1 bilhão e 100 milhões para a execução de obras de macro drenagem, tanto para a capital como para as cidades do interior.

sábado, 7 de novembro de 2009

Deputado estadual Pedro Bigardi encontra-se com o Presidente Lula na abertura do 12º Congresso Nacional do PCdoB

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Na pauta da conversa estava a viagem que o parlamentar vai fazer a Brasília nos próximos dias


Presidente Lula junto ao deputado estadual Pedro Bigardi

O deputado estadual Pedro Bigardi reuniu-se com o Presidente Lula na abertura do 12º Congresso Nacional do PCdoB, realizada na sexta-feira, dia 6 de novembro, no Anhembi, em São Paulo. Na pauta da conversa estava a viagem que o deputado Bigardi vai fazer a Brasília nos próximos dias. Além dos delegados e políticos do partido, o evento contou também com as presenças ilustres do presidente da República Luis Inácio Lula da Silva, da Ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, do Ministro da Justiça Tarsso Genro, do Ministro dos Esportes Orlando Silva, de Haroldo Lima, Presidente da ANP, e do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, entre outros. O congresso do PCdoB continua com atividades neste sábado e será finalizado no domingo. Confira algumas fotos da abertura.


Mesa de abertura do 12º Congresso Nacional do PCdoB


Auditório do Anhembi ficou tomado pelos camaradas


Lula fala em frente à foto de Karl Marx


Pedro Bigardi ao lado do vereador Netinho de Paula



A ministra Dilma Rouseff saúda os camaradas do PCdoB


Platéia assiste aos discursos no ato político



Renato Rabelo, presidente do PCdoB


Bigardi e o governador do RJ, Sérgio Cabral

Confira neste link a cobertura completo do 12º Congresso Nacional do PCdoB.