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quinta-feira, 24 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Para o deputado estadual Pedro Bigardi a saúde da população não deve ser tratada como negócio
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- Texto e foto: Eliane Silva Pinto

Bigardi discursa na tribuna contra a privatização da saúde
“A saúde não é um negócio, é um serviço essencial à população e a saúde da população não pode ser tratada como uma mera mercadoria”. Essa foi a fala do deputado estadual Pedro Bigardi durante seu discurso na tribuna da Assembléia, na terça-feira, 1º de setembro, durante a votação do projeto de lei complementar 62/ 2008 do governador José Serra (PSDB), que abre a possibilidade de terceirização de toda a rede estadual de saúde.
A mudança proposta por Serra pretende transferir os serviços de saúde pública à iniciativa privada sem fins lucrativos, as chamadas “organizações sociais”.
Os defensores do modelo afirmam que a vantagem operacional é que ele confere ao administrador mais agilidade, por livrá-lo da obrigatoriedade de fazer licitações e concursos públicos. “A bancada do PCdoB é totalmente contrária a esse projeto que visa a privatização do sistema de saúde. Quem irá fiscalizar os serviços prestados por essas organizações sociais, que na verdade são empresas interessadas em lucrar em cima da saúde pública?”, questionou o parlamentar. Dezenas de funcionários da saúde acompanharam a sessão na Assembleia e aplaudiram o deputado.
Pedro Bigardi comentou a falta de discussão do projeto na Casa, que está sendo votado em regime de urgência sem que houvesse um amplo debate com os parlamentares e a população. “Uma audiência pública não é suficiente para discutir um tema tão sério como esse, os parlamentares não foram ouvidos nem a população”, ressaltou.
Pedro Bigardi lembrou do histórico do Sistema Único de Saude (SUS). “É um modelo com muitas dificuldades, devido à falta de recursos, porém é um sistema importante e um serviço público para a população”. Para exemplificar a falta de recursos na área de saúde no Estado de São Paulo Bigardi citou as cidades de Francisco Morato e Jundiaí.
“A Santa Casa de Francisco Morato está fechando por falta de recursos e em Jundiaí temos uma Casa de Saúde fechada há mais de um ano. Mas o governador do Estado prefere destinar o recurso da área de saúde para a iniciativa privada do que investir no SUS sob alegação de ter mais agilidade, porém sem o mínimo controle e fiscalização de como estão sendo aplicados os recursos”, destacou o deputado Bigardi.
As bancadas do PT, do PSOL e do PCdoB, através de seus líderes, declararam-se em obstrução à discussão e votação do projeto. O PLC 62/09 pode ser votado ainda na quarta-feira, 2 de setembro.
- Texto e foto: Eliane Silva Pinto

Bigardi discursa na tribuna contra a privatização da saúde
“A saúde não é um negócio, é um serviço essencial à população e a saúde da população não pode ser tratada como uma mera mercadoria”. Essa foi a fala do deputado estadual Pedro Bigardi durante seu discurso na tribuna da Assembléia, na terça-feira, 1º de setembro, durante a votação do projeto de lei complementar 62/ 2008 do governador José Serra (PSDB), que abre a possibilidade de terceirização de toda a rede estadual de saúde.
A mudança proposta por Serra pretende transferir os serviços de saúde pública à iniciativa privada sem fins lucrativos, as chamadas “organizações sociais”.
Os defensores do modelo afirmam que a vantagem operacional é que ele confere ao administrador mais agilidade, por livrá-lo da obrigatoriedade de fazer licitações e concursos públicos. “A bancada do PCdoB é totalmente contrária a esse projeto que visa a privatização do sistema de saúde. Quem irá fiscalizar os serviços prestados por essas organizações sociais, que na verdade são empresas interessadas em lucrar em cima da saúde pública?”, questionou o parlamentar. Dezenas de funcionários da saúde acompanharam a sessão na Assembleia e aplaudiram o deputado.
Pedro Bigardi comentou a falta de discussão do projeto na Casa, que está sendo votado em regime de urgência sem que houvesse um amplo debate com os parlamentares e a população. “Uma audiência pública não é suficiente para discutir um tema tão sério como esse, os parlamentares não foram ouvidos nem a população”, ressaltou.
Pedro Bigardi lembrou do histórico do Sistema Único de Saude (SUS). “É um modelo com muitas dificuldades, devido à falta de recursos, porém é um sistema importante e um serviço público para a população”. Para exemplificar a falta de recursos na área de saúde no Estado de São Paulo Bigardi citou as cidades de Francisco Morato e Jundiaí.
“A Santa Casa de Francisco Morato está fechando por falta de recursos e em Jundiaí temos uma Casa de Saúde fechada há mais de um ano. Mas o governador do Estado prefere destinar o recurso da área de saúde para a iniciativa privada do que investir no SUS sob alegação de ter mais agilidade, porém sem o mínimo controle e fiscalização de como estão sendo aplicados os recursos”, destacou o deputado Bigardi.
As bancadas do PT, do PSOL e do PCdoB, através de seus líderes, declararam-se em obstrução à discussão e votação do projeto. O PLC 62/09 pode ser votado ainda na quarta-feira, 2 de setembro.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Pedro Bigardi promove audiência pública contra a privatização do sistema tarifário de transporte
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- Texto e fotos: Eliane Silva Pinto

Pedro Bigardi apoiou audiência pública contra privatização
Privatizar o sistema de arrecadação das bilheterias do Metrô, CPTM e SPTRANS está nos planos do Governo Estadual de São Paulo e da prefeitura da capital.
Para discutir a questão, dezenas de pessoas compareceram à audiência pública “Contra a privatização do sistema tarifário de transporte”, realizada na Assembleia Legislativa, no dia 26 de agosto, e promovida pelo deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB), demais parlamentares da oposição e os sindicatos da categoria.
O diretor do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Flávio Godoy, fez uma explanação sobre a proposta de privatização do sistema de arrecadação do transporte público e falou sobre suas conseqüências. “A privatização do sistema de arrecadação vai culminar na eliminação de postos de trabalho, diminuir o quadro de funcionários, além de aumentar as tarifas, será um grande prejuízo ao setor”.

Pedro Bigardi foi enfático ao falar sobre a política desenvolvida no Estado de São Paulo. “É uma prática desse governo privatizar, entregar o controle do patrimônio público para a iniciativa privada. Os prejuízos são sentidos pelos trabalhadores que perdem seus postos de empregos e pela população que sente os efeitos com a alta dos preços. O sistema de privatização não funciona e isso está sendo revisto em todo o mundo, porém o Estado de São Paulo persiste com essa política”, ressaltou.
Para Wagner Gomes, presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo e presidente Nacional da CTB. “A privatização desse serviço vai aumentar o desemprego assim como os preços das tarifas de acordo com interesse das empresas”, destacou.
Bigardi acredita na união entre os sindicatos da categoria, parlamentares e a população para frear essa privatização. “Movimentos como esse que aconteceu na Assembleia servem para tornar público o assunto e colocar em discussão a questão de interesse de todos”, explicou.
Segundo o parlamentar, o evento na Assembleia foi muito participativo, pois permitiu um debate qualificado sobre a questão. “Com isso a luta contra a privatização ganhou nova força, nós deputados vamos continuar discutindo e trabalhando contra ela”, afirmou o deputado Pedro Bigardi.
- Texto e fotos: Eliane Silva Pinto

Pedro Bigardi apoiou audiência pública contra privatização
Privatizar o sistema de arrecadação das bilheterias do Metrô, CPTM e SPTRANS está nos planos do Governo Estadual de São Paulo e da prefeitura da capital.
Para discutir a questão, dezenas de pessoas compareceram à audiência pública “Contra a privatização do sistema tarifário de transporte”, realizada na Assembleia Legislativa, no dia 26 de agosto, e promovida pelo deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB), demais parlamentares da oposição e os sindicatos da categoria.
O diretor do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Flávio Godoy, fez uma explanação sobre a proposta de privatização do sistema de arrecadação do transporte público e falou sobre suas conseqüências. “A privatização do sistema de arrecadação vai culminar na eliminação de postos de trabalho, diminuir o quadro de funcionários, além de aumentar as tarifas, será um grande prejuízo ao setor”.

Pedro Bigardi foi enfático ao falar sobre a política desenvolvida no Estado de São Paulo. “É uma prática desse governo privatizar, entregar o controle do patrimônio público para a iniciativa privada. Os prejuízos são sentidos pelos trabalhadores que perdem seus postos de empregos e pela população que sente os efeitos com a alta dos preços. O sistema de privatização não funciona e isso está sendo revisto em todo o mundo, porém o Estado de São Paulo persiste com essa política”, ressaltou.
Para Wagner Gomes, presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo e presidente Nacional da CTB. “A privatização desse serviço vai aumentar o desemprego assim como os preços das tarifas de acordo com interesse das empresas”, destacou.
Bigardi acredita na união entre os sindicatos da categoria, parlamentares e a população para frear essa privatização. “Movimentos como esse que aconteceu na Assembleia servem para tornar público o assunto e colocar em discussão a questão de interesse de todos”, explicou.
Segundo o parlamentar, o evento na Assembleia foi muito participativo, pois permitiu um debate qualificado sobre a questão. “Com isso a luta contra a privatização ganhou nova força, nós deputados vamos continuar discutindo e trabalhando contra ela”, afirmou o deputado Pedro Bigardi.
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