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sábado, 1 de maio de 2010

População de Jundiaí é deixada de fora da revisão no Plano Diretor realizada pela Prefeitura do PSDB

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A revisão do Plano Diretor de Jundiaí, feita em moldes anti-democráticos e não participativos, interessa a quem? À população, que está sendo deixada de fora do processo, certamente que não

- Por Pedro Bigardi, deputado estadual do PCdoB

Acompanho com grande interesse a revisão do Plano Diretor da cidade que a Prefeitura de Jundiaí está realizando e preocupa-me bastante o fato da população não estar sendo ouvida nessa questão. Quem acompanha o ótimo trabalho da ONG Voto Consciente e do Movimento Cidade Democrática, sabe que eles obtiveram um abaixo-assinado com mais de 3.400 assinaturas, que cobra da Prefeitura a realização de uma audiência pública para explicar as mudanças que pretende promover no Plano Diretor do Município.

A Prefeitura afirma que promoveu uma audiência pública sobre o tema, mas o formato escolhido para o evento, no qual estive presente, não promoveu a efetiva participação da população, já que não foi dado espaço para que as pessoas fizessem uso da palavra para apontar seus questionamentos. Ao invés disso, a população só podia se manifestar por meio de filipetas de papel que eram lidas e respondidas pelos representantes da Prefeitura, o que não permitia direito a réplicas, ao debate de ideias ou ao contraditório. Além disso, essa audiência foi realizada em local, dia e horário inacessíveis para a maioria dos cidadãos. Tudo isso vai contra o que prega o Estatuto das Cidades em relação à elaboração de um Plano Diretor Participativo, o que levou o CONDEMA (Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente) a registrar uma moção de repúdio à Prefeitura pela forma como foi realizada a suposta audiência pública.

Infelizmente não pude estar presente na Audiência Pública Livre promovida pela ONG Voto Consciente, no dia 26 de abril, que contou com palestra do arquiteto e professor Nabil Bonduki, especialista no assunto. Todavia, estive representado por vários de meus assessores diretos que me informaram sobre o teor e do alto nível do debate, durante o qual o Voto Consciente revelou que a condução do Plano Diretor pela Prefeitura tirou a vergonhosa nota de 3.2 (sendo 10 a nota máxima), depois de uma extensa avaliação do que havia sido feito até então.


Vergonha para Jundiaí: condução do Plano Diretor
feita pela Prefeitura do PSDB tira nota 3.2


Além de endossar o que disse o prof. Nabil, que coloca como fundamental a participação popular nas revisões do Plano Diretor, sublinho que é justamente o que foi feito nos municípios onde participei de revisões de seus Planos Diretores, como Várzea Paulista, Hortolândia e Amparo. É impensável, por exemplo, que a população de um bairro não seja consultada sobre uma mudança de categoria dentro de sua área, que o faz passível de abrigar comércio de grande porte ou edifícios altos. Afinal, é um tema que afeta a todos os munícipes e eles devem ser envolvidos diretamente em toda essa discussão.

Todos esses fatores geram uma situação bastante grave em Jundiaí, pois em nenhum momento a população foi efetivamente consultada sobre as mudanças e a audiência pública promovida pela Prefeitura não foi adequada ao que pede o Estatuto das Cidades. Se não bastasse tudo isso, a administração do PSDB nem se dignou a dar uma resposta oficial para os mais de 3.400 cidadãos que solicitaram uma audiência pública em moldes democráticos, por meio do abaixo-assinado da ONG Voto Consciente e do movimento Cidade Democrática – o qual demonstra claramente a insatisfação da população de Jundiaí com a forma com que o processo de revisão do Plano Diretor está sendo conduzido.

Fica então a pergunta: a revisão do Plano Diretor de Jundiaí, feita nesses moldes anti-democráticos e não participativos, interessa a quem? À população, que está sendo deixada de fora do processo, certamente que não.

Clique aqui para ler o relatório da ONG Voto Consciente.

Clique aqui para ler a matéria sobre a péssima avaliação do Plano Diretor no "Jornal de Jundiaí".

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Deputado Pedro Bigardi conquista verbas no total de R$ 400 mil para Grendacc de Jundiaí e Saúde de Várzea Paulista

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Bigardi e a presidente do Grendacc analisam projeto

O deputado estadual Pedro Bigardi conseguiu a liberação de 250 mil reais ao Grupo em Defesa da Criança com Câncer (Grendacc) de Jundiaí, o recurso será destinado à ampliação das instalações da entidade.

Na tarde de quinta-feira, 27 de agosto, o deputado Bigardi assinou o convênio para a liberação da verba no Departamento de Saúde da Região de Campinas.

Verci Bútalo, presidente do Grendacc afirma ter ficado surpresa com o recurso. “Depois da visita do deputado a entidade não esperava que a ajuda acontecesse tão rápido, foi uma surpresa muito boa principalmente nesse momento em que a entidade passa por um momento difícil com relação às finanças”, afirma. Segundo Verci, com a instabilidade financeira dos últimos meses as doações voluntárias, principal renda da entidade, diminuíram significativamente.


Presidente do Grendacc recebe a verba de Bigardi

“O Grendacc é uma instituição de muito respeito, não podemos fechar os olhos para a situação de entidades como essa que prestam um importante trabalho na área de saúde com as crianças de Jundiaí e região. Fico muito feliz em poder ajudá-las”, afirma o deputado estadual Pedro Bigardi.

Várzea Paulista
Na mesma data, 27 de agosto, o deputado assinou convênio para a liberação de 150 mil reais para a reforma da Unidade Básica de Saúde no Jardim Paulista, em Várzea Paulista.


Bigardi assina liberação da verba para Várzea

De acordo com o prefeito de Várzea Paulista Eduardo Pereira, o recurso conquistado pelo deputado Bigardi para a cidade vai ao encontro da política adotada pela prefeitura. “A prioridade em Várzea é a área de saúde, estamos trabalhando para melhorar as condições de atendimento nas UBS. Esse recurso conseguido pelo deputado ajudará nesse processo de melhora no atendimento à população da cidade”, ressalta.

“Já tive a oportunidade de trabalhar no Governo de Várzea Paulista e agora como deputado poder ajudar não só Várzea Paulista, como toda a região é muito gratificante para mim”, destaca o deputado Bigardi. Segundo informações do Departamento Regional de Saúde de Campinas os recursos serão liberados no começo de setembro.


Bigardi e o secretário da Saúde de Várzea

Resumo das conquistas
Em apenas cinco meses de mandato, o deputado Pedro Bigardi obteve importantes conquistas. Além de recursos para o Grendacc e Várzea Paulista, o parlamentar conseguiu a aprovação da emenda para a liberação de um caminhão autotanque e bomba para o Corpo de Bombeiros de Jundiaí e região, além de protocolar na Assembléia Legislativa o projeto que propõe a criação do Parque Estadual da Serra do Japi. “Estamos empenhados em viabilizar mais recursos para a região, por isso o nosso trabalho na Assembleia está intenso com o intuito de trazer melhorias para toda a população”, ressalta o parlamentar.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Seminário sobre “Democratização da Cidade e Mobilidade Urbana” conta com a contribuição do Deputado Estadual Pedro Bigardi

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- Texto e fotos: Eliane Silva Pinto

Deputado Pedro Bigardi contribui para o debate

O deputado estadual Pedro Bigardi participou, na segunda-feira 18 de agosto, na Câmara dos Vereadores da capital, do Seminário “Democratização da Cidade e a Mobilidade Urbana”, que teve como intuito discutir um dos graves problemas que afetam a cidade de São Paulo.

O evento foi promovido pelos vereadores do PCdoB Jamil Murad e Netinho de Paula e contou com debates entre os especialistas no assunto, professor Professor Flávio Vilaça (FAU – USP), Ailton Brasiliense, Presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), e Marcos Bicalho, superintendente da Associação Nacional de Transporte Público.

Bigardi foi convidado a integrar a mesa de debate e destacou a contribuição do seminário para a atuação política. “Fiz questão de participar desse evento devido à qualidade dos convidados e para ter um diagnóstico técnico para agir politicamente em relação ao tema abordado”, falou.

O trânsito caótico e o transporte coletivo de São Paulo permearam as discussões. De acordo com o vereador Jamil Murad, enquanto se priorizar o transporte individual com construções de pontes e novos viadutos a situação tende a piorar. “Metrô e trem nunca são prioridades no orçamento da cidade, é preciso investir no transporte coletivo”.

De acordo com o deputado Pedro Bigardi, a palavra chave para solucionar os problemas na cidade de São Paulo é “integração”. “A mobilidade urbana é a raiz do problema, é preciso pensar na forma como se constrói a cidade. Os planos diretores hoje existentes dividem as cidades em blocos, mas não pensam em uma integração desses fragmentos, obrigando os trabalhadores a perderem horas deslocando-se de um determinado ponto da cidade até o seu local de trabalho. Para solucionar esse problema, é preciso pensar a cidade de forma integrada”, avalia o deputado.


Seminário discute os problemas das grandes cidades