quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Bigardi constata: sem material, alunos são obrigados a utilizar folhas de papel e cadernos usados na rede pública

Deputado Bigardi denuncia descaso
com a Educação Pública em Jundiaí
Alunos da Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Rotary Club, no Anhangabaú, estão tendo de se valer de folhas de papel e cadernos usados nas salas de aula por causa da falta do material escolar prometido pela Prefeitura de Jundiaí. A constatação foi feita na manhã desta quarta-feira (16) pelo deputado estadual Pedro Bigardi. A direção da escola afirmou que até aquele momento ainda não havia recebido os materiais e não havia previsão para a entrega.

“Após denúncias de algumas escolas, estive no Rotary nesta manhã e pude conversar com os pais dos alunos durante a entrada dos estudantes. Nesta unidade escolar também constatamos a falta do material que a Prefeitura alardeou por toda a cidade já ter entregado”, destacou o deputado. “As crianças receberam um bilhete (veja imagem abaixo) da escola, no dia 14. Ele dizia que os pais deveriam providenciar cadernos, nem que fossem usados, porque o poder público ainda não havia enviado os kits. Por enquanto, elas estão escrevendo em folhas de papel.”

De acordo com Bigardi, a direção da Emeb Rotary Club confirmou o atraso na entrega. “Até esta manhã, a diretora e a vice-diretora disseram que não havia previsão para que os alunos recebessem o material. Isso mostra a total falta de respeito da Prefeitura com os pais, estudantes e profissionais da Educação. Eu sou professor e sei como é difícil para o aluno uma situação desta. O que mais me entristece é que o governo municipal gasta milhões com propaganda e enviou cartinhas para os pais dos alunos anunciando a entrega dos kits. Até agora, no entanto, existem criança sem o material, ou seja, somente a propaganda eles fizeram bem”, ressaltou.

Professoras são obrigadas a pedir aos pais que
enviem cadernos à escola, mesmo se forem usados!
Professores
A falta de professores na rede pública também é outro fator que prejudica os alunos, segundo o deputado. “Não há previsão para a contratação de professores, o que considero inaceitável. Vamos continuar fiscalizando esta situação até que a Prefeitura tome providências”.

Na segunda-feira (14), Pedro Bigardi denunciou a falta de material escolar e de professores nas escolas de período integral da rede municipal – intitulado programa ‘Escola Nota 10’. Em um artigo, o deputado apontou o prejuízo à grade curricular destas unidades, uma vez que atividades como música, teatro e dança (estipuladas pela Prefeitura para os alunos) sequer têm definido quem serão os responsáveis.

No panfleto da Prefeitura, muitas promessas não cumpridas até agora

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Bigardi denuncia falta de professores e material didático para alunos das escolas municipais de Jundiaí

Para Bigardi, a Educação é primordial
para a valorização do ser humano
O programa ‘Escola Nota 10’, da Prefeitura de Jundiaí, não começou como os pais de alunos gostariam – e muito menos como se vê nas propagandas. Nesta segunda-feira (14), por meio de um artigo, o deputado estadual Pedro Bigardi denunciou a falta de professores nas escolas de período integral e também o fato do poder público não ter entregado ainda o material escolar para alunos da rede municipal de ensino.

De acordo com Bigardi, os professores da escolas que, a partir deste ano, atuam em período integral estão tendo dificuldades. “Eles estão tendo de se virar para entreter os alunos e até histórias infantis contaram às crianças para preencher o tempo. Não há, também, definição de quem dará as aulas de música, teatro e dança estipuladas na grade”, afirmou o deputado, num dos trechos.

Eleito com quase 70 mil votos nas eleições do ano passado, o parlamentar (que também é professor) cobrou uma posição da Prefeitura de Jundiaí em relação ao problema. “Em Jundiaí, onde a Administração Municipal insiste em não admitir a existência dos analfabetos funcionais, precisamos mais do que marketing político para nossas crianças.”

As aulas na rede municipal de ensino tiveram início no dia 7 de fevereiro. Nas escolas integrais, os alunos deveriam entrar às 7h30 e sair as 16 horas. Na primeira semana, contudo, estudantes deixaram as classes às 11h30, sob alegação de “adaptação” ao novo sistema. Nesta segunda-feira (14), de acordo com denúncias de pais, os alunos tiveram horário normal, mas as aulas foram prejudicadas devido à falta de professores estipulados na grade disciplinar da Secretaria Municipal de Educação.

Leia, na íntegra, o artigo assinado pelo deputado:

Nota 10 só para os professores

- por Pedro Bigardi, engenheiro civil, professor de Planejamento Ambiental e deputado estadual

O tão propagado programa ‘Escola Nota 10’ que a Prefeitura de Jundiaí anunciou para a rede pública de ensino começou a ser colocado em prática segunda-feira (7) e já merece um puxão de orelhas. A iniciativa é das melhores possíveis, já que algumas escolas passaram a ter ensino em período integral. Além disso, o poder público resolveu distribuir materiais escolares aos alunos – ideia que constava em nosso plano de governo nas eleições para prefeito, em 2008.

Acontece que mal as aulas começaram e os pais de alunos já estão preocupados com a situação. Faltam professores nas escolas de período integral e o material escolar ainda não chegou – embora a Prefeitura já tenha comunicado a iniciativa aos pais, por meio de uma pomposa carta. Pelo volume de dinheiro destinado à Secretaria Municipal de Educação, a atitude tomada somente este ano deveria acontecer há muito tempo.

Nas reclamações que recebemos, os pais de alunos afirmam que a justificativa à falta de professores se deve à desistência de alguns profissionais – que não teriam concordado trabalhar 40 horas semanais. E que, por isso, as vagas demorarão pelo menos 15 dias para serem preenchidas. Quanto à falta do material escolar, nenhuma justificativa foi dada.

No primeiro dia de aula, de acordo com os pais, os professores que atuam em período integral (esses, sim, merecem nota 10) tiveram de se virar para entreter os alunos – até histórias infantis eles contaram às crianças para preencher o tempo. Não há, também, definição de quem dará as aulas de música, teatro e dança estipuladas na grade. Já se passou uma semana e a situação é a mesma.

A Educação é primordial para a valorização do ser humano e também para garantir-lhe um futuro. Em março do ano passado, estivemos na manifestação dos professores estaduais, realizada em São Paulo, justamente por apoiar as reivindicações destes profissionais e exigir que o Governo do Estado dialogue com a categoria.

Em Jundiaí, onde a Administração Municipal não admite a existência dos analfabetos funcionais, precisamos mais do que marketing político para nossas crianças. Continuaremos o trabalho de fiscalização para o bem da população jundiaiense e esperamos que a Prefeitura resolva imediatamente esta situação. Senão, todos nós seremos reprovados nesta matéria e o preço será pago lá na frente.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Bigardi reafirma necessidade de discussão do Plano Diretor com a população de Jundiaí

Bigardi destaca participação popular na discussão do Plano
Fazer reuniões em bairros, saber a opinião da população sobre a necessidade de reforma do Plano Diretor (lei municipal que estabelece regras para a ocupação) e ouvir o que as pessoas querem para o futuro de Jundiaí. Esta foi a sugestão do deputado estadual Pedro Bigardi durante a primeira reunião deste ano do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema).

O encontro aconteceu nesta quarta-feira (9), no auditório do Parque da Cidade, e contou com a participação do arquiteto Araken Martinho, presidente da Comissão do Plano Diretor.

Bigardi citou o Ministério das Cidades como aliado no sentido de definir quais regras podem ser seguidas para a reformulação do Plano Diretor local. E sugeriu: “Com a coleta de informações sobre Jundiaí que a Prefeitura terá de fazer, podemos realizar reuniões com os moradores em cada um dos bairros e personalizar este levantamento. É importantíssimo que a população seja ouvida neste processo”, comentou.

O deputado ressaltou a participação de Araken Martinho na reforma do Plano Diretor. “Fiz questão de vir aqui para ajudar no debate e também para ouvir o Araken, que é um grande mestre do urbanismo e que conheço desde 1979, quando trabalhava na Prefeitura”.

Bigardi lembrou ainda da necessidade de preservação do meio ambiente, principalmente a proteção máxima da Serra do Japi. “O planejamento ambiental é essencial para nós, pois estamos em um cinturão verde que corre risco por conta da especulação imobiliária e do crescimento desordenado da cidade”, lembrou o parlamentar.

Ele aproveitou para agradecer a oportunidade ao presidente do Comdema, Fabio Storari. “Este é o fórum adequado para se tratar desta questão e a iniciativa tem todo o meu apoio”, reforçou Bigardi.

Violência
Para Araken Martinho, Jundiaí sofreu uma violenta transformação e precisa definir rapidamente qual o ideário a ser deixado para as futuras gerações. “Todos nós estamos assustados com tudo isso, sem exceção. O que foi feito até agora serviu para correções de uso (e ocupação do solo). Para 2011, precisamos definir primeiro o que a cidade quer com os setores agrícola e industrial para só depois saber em quais regiões estas atividades serão empregadas e não o contrário”, destacou.

A Prefeitura, por sua vez, tem como obrigação elaborar audiências públicas e oferecer ampla possibilidade para que os moradores possam participar deste processo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Bigardi vai levar proposta da Aglomeração Urbana de Jundiaí para o Colégio de Líderes da Assembleia

Bigardi fala aos vereadores e deputados
O deputado estadual Pedro Bigardi se comprometeu nesta quarta-feira (2) a levar um grupo de vereadores que compõem a Frente Parlamentar de Integração pela Região de Jundiaí até o Colégio de Líderes da Assembleia Legislativa de São Paulo. A iniciativa foi acatada pelos membros da Frente, durante reunião realizada na Câmara Municipal de Louveira, e deve acontecer já no próximo mês.

“Pela experiência que tive na Assembleia, percebi que pelo Colégio de Líderes é possível articular a aprovação desta iniciativa com o Governo do Estado”, destacou Bigardi. “A Aglomeração Urbana é um instrumento de trabalho para estes municípios, mas há uma demora muito grande para que isto seja efetivado. Não podemos esperar mais.”

Ainda segundo o deputado, o Legislativo paulista já discute a criação das regiões metropolitanas do Vale do Paraíba e de Sorocaba. “Podemos superar este trâmite natural, que vem se arrastando há anos, apresentando esta proposta. Seria um acordo entre oposição e situação no Colégio de Líderes, que nada mais é do que um fórum para estas grandes discussões.”

O Colégio de Líderes é formado pelos deputados indicados pelos partidos, pelo líder do governo e pela liderança da minoria na Assembleia, além do presidente da Casa. No caso do PCdoB, que ainda tem Leci Brandão como parlamentar, Bigardi será o líder da bancada. A posse dos deputados eleitos acontece dia 15 de março.

Encontro
A reunião realizada na Câmara Municipal de Louveira contou ainda com as participações dos deputados estaduais eleitos Ary Fossen (PSDB) e Beto Trícoli (PV).

Próximo encontro acontecerá na Assembleia
Vereadores de Jundiaí, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Jarinu, Louveira e Itupeva e Atibaia também fizeram parte do encontro. Parlamentares de Cabreúva (município que integra a futura Aglomeração Urbana) justificaram a ausência: a sessão ordinária daquela cidade aconteceu no mesmo horário da reunião em Louveira.

“A reunião foi bastante proveitosa, já que nosso objetivo era justamente pedir aos deputados eleitos por nossa região para que retomassem essa discussão na Assembleia”, comentou o ex-vereador André Queiroz Guimarães, secretário-executivo da Frente Nacional de Vereadores pela Reforma Urbana e representante estadual do Conselho Nacional de Cidades.

Histórico
Aglomeração Urbana é um conjunto de municípios limítrofes que têm necessidades e problemas interligados. No caso de Jundiaí, a junção dos oito municípios beneficiaria diretamente 850 mil habitantes.

Formada por vereadores das cidades interessadas na criação da Aglomeração Urbana de Jundiaí, a Frente Parlamentar de Integração pela Região teve início em 2005. Desde então já foram realizadas audiências públicas nos oito municípios, além do parecer técnico da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano S/A (Emplasa).

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Pedro Bigardi repudia decisão da Assembleia Legislativa de não convocar suplente do PCdoB

O deputado Nivaldo Santana
O deputado estadual eleito Pedro Bigardi lamentou nesta terça-feira (1º) a atitude da Assembleia Legislativa de São Paulo de não convocar o suplente Nivaldo Santana (PCdoB) para assumir a vaga deixada pelo petista Vicente Cândido da Silva, recém-empossado deputado federal.

Com base numa decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e desrespeitando o que determina o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a presidência do Legislativo paulista decidiu convocar Sérgio Ribeiro Silva, primeiro suplente do PT, para atuar até o fim da atual legislatura (que termina dia 15 de março). Ele conseguiu 39.967 votos nas eleições de 2006 e, por isso, estava atrás de Nilvado Santana (40.515) na relação de suplentes da coligação PT\PCdoB.

De acordo com Bigardi, tal atitude "coloca em xeque o processo democrático brasileiro e demonstra que, neste caso, outros interesses estão acima da legislação e, por que não dizer, da vontade do povo paulista que teve seu voto completamente ignorado".

Acompanhe o artigo:

A decisão da Assembleia Legislativa de São Paulo de não convocar o suplente de deputado estadual Nivaldo Santana, do PCdoB, para tomar posse nesta terça-feira (1º) é lamentável.

O Legislativo paulista se vale de uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, para ignorar a legislação eleitoral e dar a vaga do petista Vicente Cândido da Silva (que toma posse como deputado federal, também nesta terça-feira) ao primeiro suplente do PT, Sérgio Ribeiro da Silva.

Ocorre que a atitude do Supremo refere-se a caso especifico, que não se aplica como regra geral. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é bem claro nesta questão, quando determina que seja convocado para assumir a vaga o suplente com maior número de votos entre os partidos que se coligaram.

No caso específico, Nivaldo Santana conquistou 40.515 votos nas eleições de 2006. Sérgio Ribeiro Silva alcançou pouco menos (39.967) e, por isso, estava atrás do suplente do PCdoB na relação de possíveis convocados pela coligação.

Esta situação me remete a 2009, quando também tive a oportunidade de assumir uma vaga na Assembleia Legislativa como suplente. Na ocasião, o então presidente da Casa, deputado Vaz de Lima (PSDB), ‘pulou’ meu nome e deu posse ao petista Carlos Neder, alegando que eu tinha mudado de partido.

A decisão do então presidente da Assembleia não teve qualquer embasamento legal. Ou seja, não cabia a ele fazer qualquer tipo de julgamento naquela situação. Após uma grande batalha jurídica, consegui tomar posse e realizar um trabalho voltado aos mais de 51 mil eleitores que confiaram em mim durante a campanha eleitoral de 2006.

Esta mesma atitude, tomada agora pela Assembleia, coloca em xeque o processo democrático brasileiro e demonstra que, neste caso, outros interesses estão acima da legislação e, por que não dizer, da vontade do povo paulista que teve seu voto completamente ignorado.

Como deputado estadual eleito pelo PCdoB, repudio totalmente a atitude tomada pela Assembleia Legislativa de não convocar Nivaldo Santana. A Justiça, tenho certeza, vai reparar este erro cometido assim como aconteceu comigo.

Pedro Bigardi
Deputado estadual eleito PCdoB

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Em entrevista à tevê, deputado aponta prioridades para Jundiaí e região na Assembleia

Trabalhar pela aprovação do projeto de lei que cria o Parque Estadual Serra do Japi, cobrar do Governo do Estado a efetivação do Hospital Regional e buscar recursos para ajudar as famílias que moram em áreas de risco na região de Jundiaí.

Estes foram alguns dos compromissos assumidos pelo deputado estadual Pedro Bigardi durante entrevista realizada ao vivo pela TV Tem/Rede Globo, dia 14 de janeiro.

Acompanhe:

Pedro Bigardi acompanha troca de comando na Delegacia do Serviço Militar de Jundiaí

Bigardi e os oficiais do Exército durante solenidade
A solenidade de passagem de comando da 19ª Delegacia de Serviço Militar de Jundiaí, realizada nesta sexta-feira (28), foi acompanhada pelo deputado estadual Pedro Bigardi.

O parlamentar foi convidado pelo tenente Valdir Testa, responsável pela delegacia. Na ocasião, o oficial entregou o cargo para o também tenente Marcos Preterotto.

Além deles, acompanharam o evento o tenente-coronel Flávio Alvarenga Filho, comandante do 12º Grupo de Artilharia de Campanha (GAC), e o coronel Guilherme Vieira, que responde pela 14ª Circunscrição de Serviço Militar.

A 19ª Delegacia de Serviço Militar foi criada em 1º de junho de 1960 e atualmente é responsável por 12 municípios da região: Jundiaí, Várzea Paulista, Jarinu, Campo Limpo Paulista, Cajamar, Francisco Morato, Caieiras, Itatiba, Franco da Rocha, Itupeva, Louveira e Morungaba.

Troca de comando
No dia 11 de janeiro, Pedro Bigardi também acompanhou a troca de comando do 12º GAC. Na oportunidade, o tenente-coronel Flávio Alvarenga Filho substituiu o tenente-coronel Carlos Henrique Teche.

Com Marcos Preterotto, novo delegado, e Valdir Testa, que deixou o cargo
Pedro Bigardi, coronel Teche, Fabiane Santiago (prefeita de Piracaia) e vereadores
Deputado com Alvarenga (esquerda) e Teche: troca de comando no GAC
Banda Sinfônica de Piracaia se apresenta durante solenidade no 12º GAC

Deputado Pedro Bigardi prestigia inauguração de sede da Afresp em Jundiaí

Deputado enaltece o trabalho
dos agentes fiscais no Estado
O deputado estadual Pedro Bigardi foi convidado para participar da inauguração da sede da Associação dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo (Afresp) em Jundiaí. O evento aconteceu dia 20 de janeiro.

“Já tínhamos tido contato na Assembleia Legislativa e me coloco novamente à disposição neste próximo mandato. Aproveito para parabenizá-los pelo trabalho realizado e por mais esta conquista”, destacou Bigardi.

O presidente da Afresp, Luiz Carlos Toloi Junior, e o diretor da Regional de Jundiaí, Antonio Jair Simionato, foram os responsáveis por apresentar as novas instalações ao deputado.

A nova sede está localizada na rua Flávio Rossi, 42, Vila Maria Luiza (travessa da avenida Prefeito Luiz Latorre).

Bigardi com Luiz Carlos Toloi Junior (esquerda) e Antonio  Simionato

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Orlando Silva fala sobre os desafios do Ministério do Esporte

Ministro Orlando Silva
Em meio a uma agenda de audiência e entrevistas, o ministro do Esporte, Orlando Silva, que foi reconduzido ao cargo pela presidente Dilma Rousseff, falou para o Portal Vermelho sobre o trabalho que o espera nos próximos anos. Apesar dos preparativos para os dois grandes eventos esportivos que ocorrerão no Brasil – Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas e Paraolimpíadas em 2016, ele não descuida do trabalho de rotina do ministério.

Para honrar a confiança da presidente Dilma na escolha do seu nome para a área do esporte, diz que vai trabalhar mais e seguindo o mantra do governo federal de “fazer mais com menos”. E para cumprir a marca do governo de inclusão social pretende ampliar a oferta de vagas nos programas Segundo Tempo e Esporte e Lazer na Cidade. E ainda criar novos programas. Para isso pretende agir integrado com outros ministérios como Educação, Saúde, Cultura e Trabalho.

“É preciso trabalhar mais para honrar a confiança que a presidente tem, não só em mim pessoalmente, mas na força política, porque é importante, quando se debate, na montagem do governo, ela dizer que ‘nós queremos que vocês que atuam nessa área continuem’. É importante porque não foi assim com todo mundo”, afirma o ministro.

Portal Vermelho: Você se manteve à frente do Ministério do Esporte para mais um mandato, que é a continuação de um projeto político, mas é um novo governo. Como isso se reflete no trabalho que está sendo pensado para o ministério nos próximos quatro anos?
Orlando Silva: É, continua o projeto político que o presidente Lula inaugurou, mas a presidenta Dilma lidera um novo governo, inclusive a expectativa nossa é definir claramente metas que devem ser alcançadas nesses próximos quatro anos. Tem um aspecto ligado à marca do governo que é a da justiça social, inclusão social, dos direitos de cidadania e o Esporte tem uma agenda muito forte nesse assunto. Nós pretendemos ampliar muito a escala dos programas sociais. O Programa Segundo Tempo e o Programa Esporte e Lazer na cidade, sobretudo. Nós alcançamos números expressivos quando falamos em aproximadamente um milhão de crianças no Programa Segundo Tempo. É 20 vezes o que existia de programas sociais para crianças no governo anterior, mas ainda está muito aquém de oferecer esporte, lazer, recreação ...

Portal Vermelho: Esse é o número de hoje e qual a pretensão para os próximos quatro anos?
OS: Nós pretendemos chegar daqui até 2014 num número pelo menos três vezes superior a esse. O desafio nosso é aumentar a escala dos programas sociais, aumentando a oferta da possibilidade de acesso ao esporte e lazer. Assim como fazer programa de melhoria da infraestrutura esportiva. O PAC II incorporou o esporte, pela primeira vez, como um dos assuntos. Nós teremos 10 mil construções ou reformas de equipamentos esportivos em todas as escolas públicas com mais de 500 alunos; e teremos 800 praças do PAC com equipamentos esportivos com muito destaque.

Portal Vermelho: Essas praças serão construídas em que cidades?
OS: Serão em 200 cidades por ano e as cidades serão selecionadas seguindo os mesmos critérios do PAC. Portanto, aumentar a escala de programas sociais e melhorar a infraestrutura esportiva são as metas para o próximo período.

Portal Vermelho: E tem proposta de criação de novos programas?
OS: A ampliação de escala de programas sociais se dará integrada com outros ministérios. Nós já temos, em fase final, a integração com o Ministério da Educação, para juntar o programa Mais Educação com o Segundo Tempo. Essa junção é que vai permitir aumentar a escala, com modificação na gestão dos programas de modo que o número de beneficiados seja maior e o programa seja mais eficiente, com preocupação de capacitar os orientadores, melhorar a qualidade de material oferecido e sofisticar o projeto pedagógico. No caso da integração com a Saúde, vai se dar a partir do Programa Esporte e Lazer da Cidade. A pretensão nossa é fazer uma grande campanha no Brasil pela atividade física e saúde. Já conversei com o ministro Padilha (da Saúde) sobre a ideia de implantar as chamadas academias das cidades, que é espalhar, nas cidades do Brasil, equipamentos que vão servir para atividades físicas em lugares de grandes concentração, nas praias e praças. Mas esse projeto está em gestação com o Ministério da Saúde.

Portal Vermelho: Na primeira reunião ministerial na última sexta-feira (14), a presidente discutiu corte no orçamento. Como ocorrerão esses cortes e como isso interfere na ampliação desses programas?
OS: O esforço nosso será o de seguir o mantra do governo federal de hoje, que é fazer mais com menos. Para fazer mais com menos nós temos que ter mais eficiência nos gastos e integrar mais as ações. Nós percebemos que usando a estratégia da educação, do dinheiro direto na escola, que é um programa que faz com que o recurso chegue na escola diretamente, isso pode permitir reduzir custos no funcionamento do Segundo Tempo. Se nós compramos material esportivo em escala nacional, utilizando método de compra que o MEC utiliza, podemos reduzir custo através da escala. Será feito todo um esforço para que possamos encontrar mecanismos que signifiquem redução de custos. Esse é o caminho, aperfeiçoar a gestão e integrar ação com outros ministérios. Nós observamos que o Ministério do Trabalho, Saúde, Cultura tem uma série de preocupação com atividades de lazer, se juntamos as iniciativas podemos aumentar escalas, potencializar o alcance delas, reduzindo os custos.

Portal Vermelho: Existe no Congresso Nacional uma discussão sobre o destino de 1% do orçamento para aplicação no esporte. Você acredita que isso possa ser aprovado dentro do pacote de avanço das conquistas sociais que estão sendo pensadas para esse governo?
OS: Existem dois tipos de gastos. As despesas vinculadas e os gastos discricionários. Nas despesas vinculadas entram recursos de educação, saúde, transferência para estados e municípios, são despesas obrigatórias. Nas despesas discricionárias o esporte já alcançou 1%. O orçamento inicial nosso era de R$ 1,1 bilhões e, ao final, com as emendas, o Congresso deve ter chegado perto de R$ 2,5 bilhões. Se nós considerarmos que no primeiro ano do Governo Lula, em 2003, o orçamento disponível era de R$ 270 milhões, multiplicou por quase dez vezes o orçamento oferecido. Se consideramos que agora há também leis de incentivo fiscal ao esporte, que no ano passado deve ter gerado R$ 150 milhões, houve uma evolução relevante do orçamento destinado para o esporte. O desafio nosso agora é aperfeiçoar a utilização desses recursos, aperfeiçoando o trabalho de gestão. O próprio ministério tem um programa de cooperação sendo estruturado - o Brasil Competitivo -, que vai procurar incorporar ferramentas de gestão que o setor privado utiliza e alguns governos já usam, de modo que tenhamos estruturado o sistema de metas e objetivos e assim possamos ter melhores resultados.

Portal Vermelho: Os dados recentes dos valores obtidos por meio das leis de incentivo do esporte estão aquém do esperado, principalmente em comparação com as leis de incentivo à cultura. Existe preocupação do ministério em ampliar o uso dessas leis?
OS: A possibilidade de utilização da lei de financiamento do esporte é quatro vezes menor que o da cultura, porque a cultura pode renunciar até 4% e o esporte só 1%. Acrescente o fato de que a cultura tem mais de 20 anos de vigência da lei. A desproporção sempre vai existir. Nos últimos anos – são quatro anos de vigência da lei -, nós tínhamos alguns objetivos. Não só beneficiar o esporte de alto rendimento e eventos de grande visibilidade, mas apoiar esporte social, de participação, educacional. Hoje, nós já temos equilíbrio maior, as empresas apoiam grandes atletas e também esporte social. O segundo objetivo era desconcentrar a apresentação e aprovação de projetos. No começo estava tudo muito concentrado no Rio e São Paulo. Viramos 2010 faltando apenas um estado, de Roraima, aprovando projetos de incentivo ao esporte. Esse esforço de nacionalização da lei também foi uma etapa importante. Eu espero que agora em 2001, possamos avançar, manter a desconcentração no país inteiro, manter apoio a todas as dimensões do esporte e aumentar o volume de recursos. Eu percebo que a retomada da economia brasileira pode ser fator favorável, porque com o aumento de lucro das empresas pode aumentar o patrocínio empresarial, e esse ambiente - 2011, ano de jogos Panamericanos, vésperas dos Jogos Olímpicos de Londres- vai estar mais propício para investimentos no esporte.

Portal Vermelho: Para não fugir aos assuntos de maior visibilidade e preocupação, vamos falar sobre os preparativos para os dois grandes eventos que ocorrerão sob sua gestão no Ministério do Esporte. E começamos com a criação da Autoridade Pública Olímpica. Qual sua opinião sobre a condução do assunto e o desfecho dele?
OS: Na verdade, a APO é uma entidade, que é um consórcio, que é uma organização que tem três sócios, a cidade do Rio, o estado do Rio e o governo federal. A APO é um compromisso do Brasil junto ao Comitê Olímpico Internacional, porque no projeto da candidatura olímpica do Rio de Janeiro, nós nos comprometemos em estruturar essa entidade. Isso não foi por acaso, nós nos inspiramos em boas experiência de Sidney, Barcelona e agora de Londres. Nós observamos modelos de governança, com o papel de integrar os entes governamentais e os vários projetos para ao sucesso dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro. O estado do Rio, na Assembléia Legislativa, já ratificou (a criação da APO), nós temos o relatório do deputado Edmilson Valentim (PCdoB-RJ), na Câmara Federal, já ratificando, e falta a Prefeitura do Rio. Nós tivemos uma reunião com o prefeito (do Rio, Eduardo Paes) no final do ano e ele se comprometeu a ratificar até o Carnaval . A nossa expectativa é que teremos, em março, a implantação da APO como uma estrutura de coordenação dos governos e será também porta-voz dos governos junto ao COI.

Portal Vermelho: E você ocuparia esse cargo?
OS: A APO não é um cargo, é uma estrutura, você tem, por exemplo ...

Portal Vermelho: Mas não tem um dirigente.
OS: Você tem seis diretores, de seis áreas principais, que vai de infraestrutura a segurança, e claro, pela proposta que está no Congresso Nacional, existiria a presidência como coordenador de todo esse consórcio. É preciso que primeiro nós tenhamos a aprovação no Congresso Nacional dessa estrutura. E a partir dai, eu imagino que deve haver um debate sobre qual a melhor decisão. Quando a presidenta eleita Dilma me convidou para assumir o Ministério, chegou a dizer ‘vamos tratar com calma a questão da Autoridade Pública Olímpica’. A visão dela era dar tratamento neutro, politicamente, para essa organização e dar ênfase técnica ao trabalho da APO. Esse pode ser um caminho, mas sempre o caminho de quem vai ser o presidente e os diretores, essa construção, vai envolver o governo estadual, o governo municipal e o governo federal. O desafio nesse instante é menos o nome de quem vai ser o líder e qual estrutura e missão institucional vai ter a APO.

Portal Vermelho: E a aprovação até março?
OS: É fundamental, até porque o COI veio ao Brasil em dezembro, esperava ter essa organização implantada, não encontrou, e fez um apelo para que até abril, quando volta a missão do COI ao Brasil, nós tenhamos funcionando, em operação, a APO. Essa é a meta que temos que cumprir.

Portal Vermelho: E em que pé estão os preparativos como um todo para os dois grandes eventos que ocorrerão sob sua gestão no Ministério do Esporte?
OS: São dois eventos que acontecem em momentos diferentes e vivem estágios diferentes de preparação. A Copa do Mundo acontece antes e nós decidimos três ciclos de planejamento. O primeiro ciclo envolvia projetos de infraestrutura que exigia maturação um pouco maior, que envolveu estádios - dos 12, 10 estão em obras, só não o de São Paulo, que houve mudança de estádio, e o de Natal, que a licitação deu ‘deserta’ e estão fazendo nova licitação.

Temos sete portos que terão investimento em função do projeto da Copa e investimentos que vão acontecer em 2011 e 2012 e está no cronograma. Temos 50 projetos de mobilidade urbana que foram selecionadas no começo de 2010 e tem obras iniciadas em Belo Horizonte, Rio, Porto Alegre e Natal. Os outros estão em fase de contratação. Aqui tem um aspecto diferente, porque é o legado que a presidente Dilma pretende deixar para melhorar a qualidade de vida nas grandes cidades do País. Está em curso e tem que andar rápido porque 2011 vai ser o ano chave para execução desses projetos.

E nós temos aeroportos, que é um tema muitas vezes pautada menos pela Copa e Olimpíadas e mais pela necessidade de hoje. O que nós observamos é que 13 aeroportos terão que ter investimentos para ampliar a sua capacidade. A Infraero sabe do seu compromisso.

Eu diria que para esse primeiro ciclo de investimento, que envolve obras de infraestrutura, 2011 é o ano chave, porque é quando começa a maioria das obras. O segundo ciclo de planejamento, pretendemos concluir no primeiro semestre desse ano, envolve temas como tecnologia de informação, segurança, promoção turística.

Portal Vermelho: É mais serviços?
OS: Serviços sobretudo. 2012 e 2013 é o período de execução. E o terceiro ciclo é mais a partir de 2013 quando a Fifa já saberá quem são os países que vão disputar e onde vão jogar. Quanto ao primeiro ciclo vencemos o planejamento e estamos na fase de execução. O segundo ciclo estamos finalizando o planejamento e entramos em execução no ano que vem. Eu diria que o tempo é justo. Nós temos condições de realizar com sucesso a Copa do Mundo, mas 2011 é o ano mais sensível para o sucesso do mundial da Fifa.

Portal Vermelho: E as Olimpíadas?
OS: A maioria dos projetos entrou no PAC II. São projetos focados no Rio de Janeiro, de transporte, sobretudo; saneamento e o aeroporto do Galeão e Santos Dumont serão beneficiados.

Portal Vermelho: Esse problemas das enchentes interferem nos trabalhos e preparativos das Olimpíadas?
OS: Não interfere, a preocupação muda sobretudo com a imagem internacional, tanto os temas de segurança, com as ações recentes no Complexo da Penha, como os desastres terríveis, preocupam pela imagem internacional, mas a nossa preocupação tem que ser com a população brasileira, temos que oferecer segurança e conforto nas moradias para suprir as necessidades da nossa população, não para vender imagem internacional, porque o Brasil não vai esconder a sua realidade para o mundo quando for promover esses eventos.

O Brasil é um país desigual, tem problemas de infraestrutura, problemas sociais e nós somos contra fazer higienização social para colocar debaixo do tapete a realidade que temos, temos que dizer que temos essa realidade e trabalhamos para superar os problemas urbanos que vivemos. Temos que aproveitar esses eventos como catalisadores, de modo que possamos antecipar a solução desses problemas e aproveitar para melhorar o esporte. Esse ano teremos jogos panamericanos, olimpíadas de Londres, que serão preparatórias, porque queremos fazer uma grande festa de confraternização mundial no Rio, de promoção da cultura de paz, mas queremos também ter uma equipe forte, para termos bons resultados e conquistas esportivas quando as Olimpíadas e Paraolimpíadas acontecerem aqui.

De Brasília, Márcia Xavier

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Deputado Pedro Bigardi conquista veículo de resgate de animais silvestres para ONG Mata Ciliar

Cristina e Bigardi mostram a emenda assinada
A Organização Não Governamental (ONG) Associação Mata Ciliar de Jundiaí vai receber um veículo completamente adaptado que servirá para o resgate de animais silvestres em toda a região. A iniciativa partiu do deputado estadual Pedro Bigardi que, por meio de uma emenda parlamentar, garantiu os R$ 65 mil necessários à compra da viatura.

A ‘ambulância animal’ vai contar com maca e equipamentos para primeiros socorros, além de uma caixa apropriada para o transporte e uma arma anestésica. O socorro aos animais silvestres será feito por veterinários e biólogos que atuam na própria ONG. “Fizemos uma visita oficial à entidade e nos foi pedido este veículo. Conseguimos a aprovação da emenda na Assembleia Legislativa e estamos muito felizes por isso”, comentou Bigardi.

Pra 2011, ainda segundo o deputado, mais auxílios virão. “Esta é apenas uma parte de um projeto maior que temos, principalmente pela importância do trabalho realizado pela Mata Ciliar e pela preocupação com a preservação da Serra do Japi”.

Nesta quinta-feira (30), a coordenadora de fauna da Associação Mata Ciliar, Cristina Harumi Adania, esteve no escritório do deputado para agradecer a conquista. Ela estava acompanhada da médica veterinária Margareth Cristina Iazzetti Santos e das biólogas Maria Fernanda Giorgete e Rita Carolina Rodrigues Branco Tarallo. “O veículo será totalmente adaptado para o resgate dos animais silvestres e nos ajudará muito, pois até então somente os recebíamos”, destacou Cristina.

De acordo com a coordenadora, a aquisição do veículo aumentará as chances de sobrevivência dos animais em 50%. “Recebemos desde animais que se machucam em cercas elétricas até onças. Todos os profissionais que atuam na Mata Ciliar estão preparados para este trabalho, mas o que faltava mesmo era o veículo. Por isso fizemos questão de agradecer ao deputado Pedro Bigardi. A motivação que isso nos traz é importantíssima, pois mostra que não estamos sozinhos nesta tarefa”, lembrou Cristina.

Histórico
A Associação Mata Ciliar foi fundada em 1987 e conta com unidades em Pedreira (sede), Jundiaí, Bragança Paulista e Águas de Lindóia. O objetivo é desenvolver trabalhos para recuperação e proteção do meio ambiente. Além disso, é referência nas áreas de proteção, reabilitação e reprodução de animais silvestres.

Deputado estadual Pedro Bigardi conquista verba para a APAE de Várzea Paulista

Presidente Elizabetti ao lado do vice 
presidente, Fabiano e do deputado Bigardi
Após seis anos de luta, a Apae de Várzea Paulista poderá incluir a hidroterapia no atendimento aos seus pacientes, o deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB) conseguiu, por meio de emenda parlamentar, a liberação de R$ 126 mil para a construção de uma piscina na instituição.

“Vínhamos batalhando há anos por essa piscina, solicitamos a diversos deputados no decorrer dos anos e agora tivemos a alegria de ver essa solicitação atendida, temos muito a agradecer ao deputado Bigardi”, comemora a presidente da Apae de Várzea Paulista, Elisabetti Naville.

O valor total da obra é de R$ 160.727,41, sendo R$ 126 mil de emenda parlamentar do deputado Pedro Bigardi e o restante será custeado pela instituição.

Para o deputado Pedro Bigardi é uma satisfação poder ajudar uma instituição tão séria e reconhecida pela comunidade. “Quando os diretores da Apae de Várzea Paulista me procuraram com essa demanda encaminhamos a solicitação ao Estado, por meio de emenda parlamentar, pois sei do trabalho sério e importante da instituição, essa piscina será de grande utilidade para os assistidos da Apae”, afirma.

Essa conquista faz parte do mandato de pouco mais de um ano do deputado estadual Pedro Bigardi, nesse período o parlamentar conseguiu quase R$ 3 milhões de recursos para a região de Jundiaí, entre elas: caminhão para o Corpo de Bombeiros de Jundiaí e região, veículo transporte paciente para Apae de Caieiras, recursos para as entidades de Jundiaí: Grendacc, Lar Galeão Coutinho, Lar Anália Franco, Creche Mãe Meimei, entre outras emendas.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

‘Mobilidade urbana e segurança são entraves à vinda da Copa do Mundo para Jundiaí’, afirma Bigardi

Pedro Bigardi: não existe
planejamento  urbano em Jundiaí
O anúncio da continuidade de Orlando Silva no Ministério do Esporte foi comemorado pelo deputado estadual Pedro Bigardi, nesta terça-feira (21). Pela proximidade na relação política com o ministro, o parlamentar ressaltou a possibilidade de mais investimentos esportivos destinados a Jundiaí e região, já a partir do próximo ano. Há, ainda, as tratativas para que o município receba uma das seleções que disputarão a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.

Bigardi, no entanto, revela que se não houver uma atenção especial com problemas como o crescimento desenfreado de Jundiaí e o combate ao tráfico de drogas, esta meta pode ser comprometida por completo. Acompanhe, na íntegra, a entrevista:

Como o senhor analisa a continuidade de Orlando Silva no Ministério do Esporte, já anunciada pela presidente Dilma Rousseff?
Bigardi – Poucos permaneceram nos cargos de origem (com a eleição de Dilma) e o Orlando foi um deles. Esta escolha representa o reconhecimento do excelente trabalho feito pelo ministro. Para o PCdoB, isso possibilita continuar auxiliando nos programas iniciados por Lula, até porque o esporte é uma área que contribuirá muito na solução dos problemas sociais do País. Em relação à nossa região, será importante porque Orlando Silva já demonstrou o interesse em colaborar: recebemos o programa Segundo Tempo, quadras poliesportivas e as praças do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Vou manter este elo com o Ministério do Esporte, principalmente para garantir a vinda de mais recursos. Além disso, quero continuar na Comissão de Esportes e Turismo da Assembleia Legislativa.

Como esta relação com Orlando Silva pode beneficiar Jundiaí e região, principalmente em relação à Copa de 2014?
Bigardi – Existe a possibilidade de Jundiaí sediar uma das seleções. Já protocolamos este pedido no Ministério do Esporte e esperamos que isso se confirme no futuro. É óbvio que a permanência do Orlando Silva na pasta ajudará, o que me deixa com uma expectativa muito positiva. As contribuições para o turismo local e para a visibilidade da cidade no País seriam imensas, mas para isso é preciso também dar condições. Vai exigir o esforço de vários segmentos, como prefeituras e Câmaras de Vereadores da região, além de investimentos em problemas como a mobilidade urbana que vivemos e que tem comprometido o desenvolvimento de nossa cidade.

O ministro do Esporte Orlando Silva
O crescimento desordenado já é sentido, principalmente no trânsito. Como atacá-lo antes que prejudique ainda mais as pessoas?
Bigardi – Este problema está vinculado à ausência de planejamento do município, que cresce de forma descontrolada. Infelizmente, os governos municipais dos últimos anos ainda não acordaram para esta realidade. Bairros tradicionais de Jundiaí estão recebendo mais prédios e condomínios sem qualquer tipo de investimento em estrutura pública. A discussão do Plano Diretor também vem com atraso e espero que este debate seja feito sem privilegiar apenas alguns grupos em detrimento de toda uma sociedade. Outro fator que me preocupa é a segurança pública, principalmente em relação ao crime organizado e ao tráfico de drogas. Precisamos ter um plano estratégico, senão arrisco dizer que será completamente comprometida a iniciativa de trazer um ‘pedaço’ da Copa do Mundo para Jundiaí.

Quais serão as outras metas do senhor em 2011, como único representante de esquerda da região na Assembleia Legislativa?
Bigardi - Vou lutar para que o Hospital Regional deixe de ser uma promessa. Também vou brigar pela aprovação do Parque Estadual Serra do Japi, que é sem dúvida o melhor remédio para preservarmos este símbolo do município e patrimônio da humanidade. Aproveito para agradecer toda a população por sempre ter me apoiado e desejar a todos um grande 2011. Podem sempre contar conosco na defesa de Jundiaí e região.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Diplomação coloca Bigardi como a maior liderança de esquerda da região

Deputado e sua filha Patrícia com 
integrantes da Direção Estadual do PCdoB
“Estou muito emocionado por ter recebido este diploma, principalmente pela expressiva votação alcançada nas urnas nestas eleições. Agora é continuar o trabalho em defesa de Jundiaí e da região”. Foi desta forma que o deputado estadual Pedro Bigardi definiu à imprensa a participação dele na solenidade de diplomação dos eleitos, realizada nesta sexta-feira (17), no Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo.

Ao alcançar 67.758 votos, Bigardi foi o único candidato de esquerda dentre todos da região a conquistar a vaga de parlamentar. “A vitória nos deu a oportunidade de ampliar as ações que vinham sendo feitas na Assembleia em benefício de Jundiaí e região. Quero garantir a aprovação do Parque Estadual Serra do Japi, que é uma das minhas prioridades neste próximo mandato”, lembrou o deputado.

Pedro Bigardi, Nádia Campeão, 
Protógenes Queiroz e Leci Brandão
A sessão solene, presidida pelo desembargador Walter de Almeida Guilherme, responsável pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) paulista, contou com a participação dos deputados estaduais e federais, senadores, do vice-governador e do governador eleitos pelo Estado no pleito realizado em outubro.

A deputada estadual Leci Brandão e o deputado federal Protógenes Queiroz, do PCdoB, também receberam seus diplomas. Outro parlamentar do partido que garantiu a reeleição foi Aldo Rebelo, que não compareceu à solenidade.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pedro Bigardi será diplomado deputado estadual nesta sexta-feira, em São Paulo

Pedro Bigardi e Barros Munhoz, durante 
confraternização: posse acontece em março
Nesta sexta-feira (17), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo realiza a diplomação do governador, vice-governador, senadores e os respectivos suplentes, deputados estaduais e federais eleitos pelo Estado. A sessão solene acontece na Assembleia Legislativa, a partir das 10 horas, e tem previsão de duas horas de duração.

Eleito com quase 70 mil votos, o deputado estadual Pedro Bigardi será um dos 94 parlamentares que integrarão o Plenário da Assembleia em 2011. Além dele, a cantora Lecy Brandão fará parte da bancada do PCdoB.

A solenidade é aberta ao público, que poderá acompanhá-la também pelo canal 13 (transmissão via cabo) da TV Assembleia. No dia 25 de novembro, Bigardi já esteve em São Paulo, a convite do presidente Barros Munhoz, para uma confraternização oferecida aos deputados estaduais eleitos no pleito deste ano.

A posse dos parlamentares que ocuparão cadeiras na Assembleia Legislativa acontece dia 15 de março.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Campo Limpo Paulista também é beneficiada com praça do Ministério do Esporte

Uma semana depois do anúncio de que cinco municípios da região de Jundiaí vão ser beneficiados com a construção de praças do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), outra cidade também foi contemplada.

De acordo com publicação da portaria 504 no Diário Oficial da União de 10 de dezembro, Campo Limpo Paulista receberá R$ 1,9 milhão para execução da praça, que contará com atividades e serviços culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais, políticas de prevenção à violência e inclusão digital.

Os outros cinco municípios agraciados com investimentos do Governo Federal são: Caieiras, Cajamar, Francisco Morato, Jundiaí e Várzea Paulista. Todos tiveram as propostas selecionadas e autorizadas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Em recente visita a Jundiaí, o ministro do Esporte, Orlando Silva, reforçou ao deputado estadual Pedro Bigardi a iniciativa de investimentos da União em equipamentos públicos para a região. Segundo Bigardi, “especialmente na área do Esporte, o Brasil começa a preparação para os grandes eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas”, com gestões na base social.

“Ficamos muito agradecidos pelo apoio que o ministro Orlando Silva tem demonstrado com a região de Jundiaí, principalmente porque estas conquistas ajudarão também na formação de crianças, jovens e adolescentes”.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Pedro Bigardi recebe homenagem da Câmara de Vereadores de Santana de Parnaíba

Auditório lotado para as homenagens dos vereadores
A sessão da Câmara de Vereadores de Santana de Parnaíba, realizada terça-feira (7), foi de festa. Diversas autoridades foram homenageadas pelos parlamentares por atuarem em benefício da população daquele município. O deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB), que conseguiu uma ambulância para a cidade, fez parte da Mesa Diretora do Legislativo durante a solenidade e teve aprovada por unanimidade uma moção de congratulações.

O pedido para que Bigardi fosse homenageado partiu do professor Hélio Fernando de Carvalho, vereador e líder do PCdoB (a legenda conta ainda com a vereadora Suely Risaffe) na Câmara de Santana de Parnaíba. “A liberação da ambulância para atendimento de pacientes em nossa cidade mostra o trabalho sério realizado pelo deputado Pedro Bigardi na Assembleia Legislativa. Com a reeleição alcançada neste ano, tenho certeza de que Bigardi continuará sendo um aliado do município”, destacou o professor Hélio.

Ambulância foi pedida durante visita oficial de Bigardi
O deputado enalteceu a homenagem feita pelos vereadores e colocou mais uma vez o mandato à disposição dos parnaibanos. “Quero ajudar muito mais esta cidade histórica, que muito me honra com estes votos de congratulações”, ressaltou. O presidente do Legislativo, Regis Salles, também agradeceu Bigardi. “Não é fácil vencer uma eleição mas o resultado veio este ano como fruto do seu trabalho desempenhado na Assembleia. Parabenizo-o em nome da Câmara”.

Visita
No dia 18 de agosto do ano passado, a convite dos vereadores do PCdoB, Pedro Bigardi fez uma visita oficial à cidade. Naquela ocasião, foi pedida a ambulância. Nesta terça-feira (7), o veículo ficou exposto em frente ao prédio da Câmara Municipal durante realização da sessão.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Jantar de confraternização do PCdoB-SP lota e é sucesso absoluto

A animação ficou por conta da roda de samba
puxada por Leci Brandão; ao lado estão o vereador
Netinho de Paula, Pedro Bigardi e Nádia Campeão
Mais de 450 pessoas lotaram a Churrascaria Novilho de Prata, no bairro do Paraíso, em São Paulo durante o jantar de confraternização do PCdoB-SP. O evento tinha por objetivo arrecadar fundos para o Partido pós-eleição, mas foi também uma ocasião festiva que reuniu militantes, amigos e parceiros do PCdoB.

Animados por uma roda de samba, entre dirigentes, simpatizantes e personalidades do mundo político, marcaram presença no jantar o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab e vereadores de diversos partidos, dentre os quais José Police Neto (PSDB), Claudio Prado (PDT), Marco Aurelio Cunha (DEM), Claudio Fonseca (PPS) e Eliseu Gabriel (PSB).

Prestigiaram o jantar também os vereadores comunistas na Câmara Municipal, Netinho de Paula e Jamil Murad; a bancada comunista na ALESP eleita em 2010, com Pedro Bigardi e Leci Brandão, também marcou presença.

O ex-deputado comunista Aurélio Peres emocionou a todos quando mencionou sua eleição, ainda sob a clandestinidade, em 1982, e o salto que o PCdoB deu em 2010.

A valorização do ano vitorioso ficou a cargo da presidente estadual, Nádia Campeão, que foi seguida pelo discurso do deputado estadual Pedro Bigardi, cuja eleição sem dúvidas representou uma das maiores vitórias alcançadas pelos comunistas neste último pleito.

Para o secretário estadual de finanças, Vanius de Oliveira, "o jantar possuia dois objetivos: confraternizar com nossa militância o ano de 2010, que foi de muitas batalhas mas também muito vitorioso: nós temos motivos para comemorar. O segundo é que, ao longo dessas batalhas, foram ficando alguns ativos que precisávamos cobrir para fechar o ano com chave de ouro e, tanto num quesito quanto no outro, o jantar superou todas as expectativas."

sábado, 4 de dezembro de 2010

Praças do PAC, do Ministério do Esporte, vão ser construídas na região de Jundiaí

Orlando e Bigardi: parceria que rende investimentos
Cinco cidades da região de Jundiaí foram contempladas com verbas de R$ 1,9 milhão cada uma para construção de praças do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os municípios de Caieiras, Cajamar, Francisco Morato, Jundiaí e Várzea Paulista tiveram as propostas selecionadas e publicadas pela portaria 484, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, na edição de sexta-feira, 3 de dezembro, do Diário Oficial da União.

Em recente visita a Jundiaí, o ministro do Esporte, Orlando Silva, reforçou ao deputado estadual Pedro Bigardi a iniciativa de investimentos da União em equipamentos públicos para a região. “Esta segunda fase do PAC, que começa a fazer investimentos nas áreas de Esportes, Cultura e Educação, demonstra a preocupação do Governo Federal com a melhoria da qualidade de vida da população a partir de projetos maciços na área social”, destacou.

Ainda segundo Bigardi, “especialmente na área do Esporte, o Brasil começa a preparação para os grandes eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas”, com gestões na base social. “Ficamos muito agradecidos pelo apoio que o ministro Orlando Silva tem demonstrado com a região de Jundiaí, principalmente porque estas conquistas ajudarão também na formação de crianças, jovens e adolescentes”.

O que é
As praças fazem parte da segunda etapa do PAC, criado pelo Governo Federal, e integram atividades e serviços culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais, políticas de prevenção à violência e inclusão digital. De acordo com o Ministério do Esporte, existem três modelos previstos para terrenos com dimensões mínimas de 700 m2, 3 mil m2 e 7 mil m2.

No caso das cidades da região contempladas, os modelos a serem construídos ocupam áreas de 3 mil m² - exceto Caieiras, que contará com um equipamento de 700 m² (destinado exclusivamente para localidades com povoamento muito adensado, em que não há terrenos para a construção dos demais modelos).

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Bigardi faz palestra no Fórum de Educação de São Paulo

Pedro Bigardi com dirigentes da UEE
Garantir que metade de todo o recurso financeiro obtido com a exploração de petróleo da camada pré-sal no litoral paulista seja revertido para as áreas de Educação, Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente no Estado. Esta é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) criada pelo deputado estadual Pedro Bigardi e que será tema de uma palestra, nesta quinta-feira (2), durante o ‘I Fórum de Educação & Comunicação’ organizado pelo Movimento Inova Young.

O evento, que acontece durante todo o dia na sede do Sindicato dos Engenheiros, em São Paulo, é voltado aos jovens, pesquisadores e professores de todo o Brasil. “A Educação no Estado carece de mais investimentos e a ideia é de se criar um fundo com 50% dos recursos oriundos do Pré-Sal”, destacou Bigardi. “Com ele será possível oferecer melhor qualidade no ensino público e posteriormente formar competentes profissionais que auxiliarão no desenvolvimento do Brasil. Aliado a isso está o investimento na área de Meio Ambiente”.

A PEC do Pré-Sal, como ficou conhecida, foi uma reivindicação feita pela União Estadual dos Estudantes (UEE-SP) e pela União Paulista dos Estudantes (UPES) ao deputado Bigardi. “Os integrantes das entidades merecem os parabéns pela condução da proposta na Assembleia Legislativa. Eles se mobilizaram na coleta de assinaturas dos demais deputados para a apresentação da proposta e agora fazem uma grande mobilização em torno da aprovação”, comentou.

A proposta, inclusive, foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia e aguarda votação no Plenário.

Evento
O ‘I Fórum de Educação & Comunicação’ conta com a participação de educadores, profissionais de diversos setores e especialistas em comunicação que tratarão do universo juvenil e abordagem das instituições de ensino na implementação de novas mídias como forma de comunicação. O evento é aberto à participação de pais e alunos das redes privada e pública de ensino.

Serviço:
Data: 2 de dezembro 2010
Horário: 8h30 às 18 horas
Local: Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo – Rua Genebra, 25 – SP
Informações: clique aqui